quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

[1161] Livro "Crónicas à 6.ª", de Suzana Abreu, em breve apresentado no Mindelo, São Vicente

O livro já saiu há algum tempo em Portugal. Trata-se de um conjunto de crónicas sobre temas diversificados, com humor à mistura, várias delas sobre Cabo Verde. É agora a vez de ser apresentado  no Mindelo. O evento terá lugar a 26 de Dezembro, pelas 18h00, no Restaurante-Cafetaria "La Pergola", da Alliance Française, ali mesmo à antiga Alfândega e à vista da Rua de Lisboa.

"Crónicas à 6.ª e um regresso à Morabeza" é o título do evento que contará com a presença da autora, à conversa com Vera Duarte, e dos músicos Bau e Nha Kapa que o abrilhantarão, a partir das 19h00. A não perder... tanto mais que a autora é portuguesa mas mnininha de Soncente ou seja, não nacide mas ali crióde durante algum tempo. No quintal bem florido do "La Pergola", em final de tarde e à beira do Porto Grande e do Atlântico, será obviamente um momento muito bem passado. Como antes dissemos, a não perder, a não faltar!

O livro poderá ser adquirido AQUI.



Feira do Livro de Lisboa, 2014


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

[1160] Diversos


Sim, é um descapotável!
Sim, é no Mindelo!
Sim, é nos anos 70!
Sim, é foto da Foto Melo, infelizmente, neste caso, pouco nítida!
Sim, vai lá alguém famoso!
Sim, a foto aparecerá completa no próximo ano, logo no primeiro dia, para comemorarmos o São Silvestre condignamente, ao som da Banda Municipal!
Sim, já sabemos que os nossos leitores estão com uma enorme curiosidade!
Mas não, não revelamos mais nada!...

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Aqui estão as imagens enviadas pelo Zeca Soares ao Adriano Lima. Ao nosso fotógrafo na ilha de São Vicente agradece-se mais uma vez a reiterada simpatia e a participação repetida com fotografias que nos reavivam memórias mais ou menos nubladas. Reproduzimos as palavras que as vinham a acompanhar:

Eis aqui as ruínas da casa do Mestre Cunco, localizado em "Montona" Mato Inglês, por altura da peregrinação, todos os anos, à Nossa Senhora de Fátima em 13 de Maio  Devo acrescentar que essa zona esta servida com  redes iluminação pública e telefone.

Clique nas imagens para as ver melhor



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"Coração de Lava": longo texto de Rui Guilherme Gabriel em "A Semana", sobre o livro que sai hoje, 16 de Dezembro, na Biblioteca do Centro Cultural Português do  Mindelo - Ver AQUI

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CABO-VERDIANOS "PRISIONEIROS" EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, O ESPINHO CRAVADO NA MEMÓRIA DE TRÊS NAÇÕES: ACHEGAS PARA A HISTÓRIA DE UM DRAMA HUMANO AINDA EM CURSO

"Crónica do Norte Atlântico" de Dezembro, no jornal 
"Terra Nova" de São Vicente de Cabo Verde
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Câmara Municipal de Tarrafal de São Nicolau envia Boas Festas ao Praia de Bote
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Censura n'imprensa d'Soncente? ahahaha, s'bocês crê censurá, jornal ta cabá... Um mimo de 1916

"O Lavrador Português", Tulare, California, EUA, 8.Julho.1916
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Uli aquel mnininha d'pedra, sabim e bnitim e... staçom d'pliça também
Fotos de Zeca Soares



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"Coração de Lava", de José Luiz Tavares e Duarte Belo, sai já dia 16 (terça-feira), no Mindelo, com apresentação de Ana Cordeiro


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Tubarões Azuis vestem nova pele. Ver AQUI
 
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O velho Mato Inglês e o actual

A foto do actual foi uma (rápida) oferta do nosso amigo e colaborador Zeca Soares, depois de ter lido o nosso comentário sobre o assunto

Edição da Casa do Leão, talvez anos 60
O Mato Inglês actual - Foto Zeca Soares
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Quando o Mato era Inglês...
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[1159] Vulcão do Fogo: o amado-maldito

Ver filme impressionante, publicado hoje no "Diário de Notícias" (Portugal), AQUI

[1158] Um honroso convite. Obviamente, Pd'B estará presente

Clique na imagem, para a ver melhor


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

[1157] "Coração de Lava", novo livro de poesia e fotografia de José Luiz Tavares e do português Duarte Belo, já está na rua (com actualização)

Clique nas fotografias, para as poder ver melhor

Foi hoje lançado na Associação Caboverdeana de Lisboa, na presença de númeroso público - que incluía as honrosas figuras da Sr.ª Embaixadora de Cabo Verde, Dr.ª Madalena Neves e do Presidente do Município de Mosteiros (Fogo), Sr. Carlos Fernandinho Teixeira -, o livro de poemas e fotografia "Coração de Lava", de José Luiz Tavares e Duarte Belo.

Excelente trabalho a nível de conteúdos, grafismo e aspecto exterior, o livro tem a particularidade de referir o vulcão do Fogo que nos últimos dias tem sido motivo de notícias a nível nacional e internacional, por ter entrado mais uma vez em erupção com arrasamento para já de duas localidades e inúmeros prejuízos em que não é menor a desaparição de largo espaço de terra de cultivo.

Simpatia dos autores
Mas não é disso que a obra fala, pois a mesma ficou pronta dos trabalhos da gráfica precisamente no dia em que os fatídicos acontecimentos tiveram início. Como disse o apresentador, Dr. Alberto Carvalho, trata-se de uma espécie de diálogo do autor com vários interlocutores (inclusive o próprio vulcão e o fotógrafo co-autor), orientado num trabalho complexo e profundo em que o vulcão é personagem principal. Não é fácil falar deste livro, escrito em verso livre, longo e tortuosamente "sabe". Digamos que é mesmo um livro para ser lido e não comentado e que vivamente se recomenda - e que, é garantido, fará longa companhia ao Praia de Bote neste final de ano.

Deixamos aqui, para os nossos leitores, a reportagem do evento, excepto a da derradeira parte, em que Duarte Belo reproduziu algumas (dos milhares de) fotos que realizou no Fogo - muitas das quais plasmadas em "Coração de Lava", retratando uma realidade tão recentemente engolida pela lava, pedras e cinza do guardião e frequente carrasco da ilha. A excepção deve-se ao facto de fotografias feitas a um ecrã não terem qualidade, excepto se obtidas com máquinas muito especiais. De qualquer modo, prometemos que em próxima oportunidade revelaremos mais algumas do vasto acervo que nos foi oferecido por José Luiz Tavares e Duarte Belo.

Resta citar a grande surpresa da tarde, a declamação de um poema de temática cabo-verdiana da Sr.ª Embaixadora de Cabo Verde que surpreendeu pela inesperada novidade e qualidade. Praia de Bote gostaria de aqui o mostrar mas pelos vistos, nesse particular poético, pelos lados da diplomata salense a coisa promete, pelo que ficamos a aguardar desejados desenvolvimentos.


Dr.ª Madalena Neves (esquerda) e José Luiz Tavares

Presidente da Câmara Municipal de Mosteiros, Carlos Fernandinho Teixeira

Tchicau interpretando uma morna alusiva ao Fogo

O grande mindelense Armando Tito, nosso vizinho almadense

Mário Rui, interpretando uma morna

José Luís Hopffer Almada, na apresentação dos membros da mesa

O deputado português José Ribeiro e Castro, grande amigo de Cabo Verde

Aspecto do numeroso público

Parece um copo de leite, parece...

O Dr. Alberto de Carvalho, na apresentação do livro


Não, não é um copo de leite... é um copo com uma vela decorativa

José Luís Hopffer Almada apresenta o fotógrafo Duarte Belo

domingo, 7 de dezembro de 2014

[1156] "Coração de Lava", de José Luiz Tavares (poemas) e Duarte Belo (fotografia), lançado nesta terça-feira em Lisboa e pouco depois no Mindelo

É já nesta terça-feira 9 que o livro "Coração de Lava" será apresentado na Associação Caboverdeana, em Lisboa. Logo a seguir, a 16, é a vez de o Mindelo se ver presenteado com esta portentosa (e quase premonitória) obra do poeta tarrafalense. Aqui mesmo neste post, Praia de Bote colocará na noite de dia 9 (em cima da hora) as fotos da cerimónia lisboeta. Lembramos que no evento de Lisboa 50% do montante realizado com as vendas se destinará à população do Fogo. Clique nas duas imagens, para as ver melhor



Pré-publicação de mais três excertos do livro em Praia de Bote:

E passam rentes, e seguem firmes,
na cabeça o feno, na boca as rezas,
mas eu não sou anjo, nem penas tenho,
senão estas duras de ser-se homem,
trôpega condição que na morte indiferente
se limita.

E calam quedos tantos segredos,
que mal indago se evaporam,
que mal percebo se interrogam
se eu ou eles gado sem rumo.

Desorbitados, lá vamos indo,
inda cativos deste dilema:
se se move o universo,
ou nós nele em concreto fluxo,
naves cingidas pelo negrume,
tal flor de fumo roendo os sonhos,
menos que coisa, bem mais que nada,

pois passam rentes seguindo firmes,
fazendo eco do gesto límpido,
nutridos pasmos se arrolando,
se escoiceando quando nem sede
é quanto somos.

E tu és laço que já nos ata,
e tu és vaga que já nos iça
às roucas estrelas inconsoladas,
mas isso já tu sabias, que és voz
nascendo das ígneas brumas,
se declinando nos mil estratos
amparando a vida inteira
que nas trevas se anuncia.

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Que nome dar-te, eu que de noite me esqueço
o que de manhã colhi nas páginas dalgum
livro, e atravesso o estio demoradamente
entre as pedras a quem chamo irmãos,
e o fim de tarde me muda os sentimentos
como se o sol mortiço rasando o rosto
acordasse a mágoa que vai nos recessos
desses montes que eu só de longe vi
num mudo filme de névoa e abatimento?

A paisagem vista é qualquer coisa de mental,
porque nela cabe a dor que não sinto,
e se sentisse seria só uma frieza condensada
sobre as lajes onde talvez expirou alguém,
mas tu és vida desde a raiz que não perece,
posto que amalgamada nessa imagem
de nau feliz que sem cessar se solidifica
e por comodidade chama o homem país.

Talvez não seja questão o que, passando,
o vento te diz, mas sei agora que no princípio
havia a grande solidão das inumeráveis coisas,
mas nenhum coração para se comover
ou temer a aflição que se prediz,

e eu sei-o pela maneira mais terrível de saber,
que é estendido onde o perecimento é voz
corrente, e no entanto não é de extinção
que aqui se trata — agarrado aos latidos aéreos
há uma impaciência de vida, longa
e prodigiosamente acostumada às invectivas,
à razão extinta que planta nas gargantas
o regozijo pela indemnidade quebrada
com asseverado heroísmo, esse irmão
aparentado do milagre.

E para invocá-lo da ternura à dor fingida
(e nem é vergonha dizê-lo com tanto rubor
nos dedos), não há tinta que não seja o sangue
da vertigem realmente sentida nas alturas
ascendidas pelo condão do verbo, porquanto
para o voo entontecido me faltam pernas e bravura.

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 E hemos subido com as nossas interrogações
as encostas de prodígio asseverado,
ali onde a aleluia plena crepita na vizinhança
da precariedade, tal essas sempre aguardadas
águas que hoje auscultamos do lado
das repercussões lancinantes.

E assim pudemos dar um rosto à propiciação
e anotar quão persistente é o desígnio
da esperança, a que sucessivamente se prosterna
sob a brisa dos maus fados, e todavia se refaz
em cada hausto nesse cadinho que recolhe o fôlego
acumulado de tanta ingénita reiteração.

Frágil, porém, o que erguemos à foz desta terra
que regateia à periclitância a veemência de toda
a criação. Eis porque nos perguntamos — acaso
o tremor que transborda dos dedos secos é a fonte
que melhor aleita o lastro de tanta exultação?

Acostumados que somos à parca medida,
repartimos pelos dias o assombro acumulado;
e, como moeda para a viagem, assinalámos
o que a perícia e o desafio legam ao alforge
da posteridade — o pleno relâmpago, o remoinho
propício, e quanto faz do mistério seu ínclito viveiro.

[1155] Rui Freitas sobre João Vário (pseudónimo de João M. Varela), cientista e escritor mindelense

João Vário (Blogue Esquina do Tempo)
Caros, uma informação.

Parte do espólio do Professor Doutor João M. Varela foi imortalizado (clique no link a seguir) em http://memoria-africa.ua.pt/Library/JoaoVario.aspx sobretudo full access às poucas tiragens da revista ANAIS e também das suas obras literárias mais sonantes.

(1) Um caso de estudo antropológico-literário-cientifico?

(2) E os demais membros da então fundada "Academia de Estudos de Culturas Comparadas" que produzia ANAIS"? Com o desaparecimento físico do seu Director JMV parece tudo sucumbir em vão? AECCOM ainda existe?

Saudações, RF
__________________________
Algumas das frases que simplesmente imortalizam o Professor Varela…


Não se pode ser culto e manhento ao mesmo tempo.

Em Cabo Verde aplica-se o principio de mais valia inversa.


Em Cabo Verde existe três tipos de gente: (1) passadores de pau, (2) matadores do burrinho do bispo e (3) discutidores de merdinhas enfeitadas

De: João Manuel Varela, MD PhD (1937-2007)

Rui Freitas é cabo-verdiano e docente da Universidade de Cabo Verde:
Tem direccionado a sua investigação no conhecimento da biodiversidade da ictiofauna (peixes) de Cabo Verde e contribuído em vários estudos de avaliação do Ambiente e Recursos Marinhos de zonas costeiras no Arquipélago. Defendeu recentemente uma tese de mestrado com vista a compreender a estrutura de comunidades bentónicas (de fundo) e de peixes recifais na AMP (Área Marinha Protegida) de Santa Luzia e segue doutoramento com tópicos interdisciplinares em Ecologia, Evolução e Conservação de Peixes Recifais de Cabo Verde. Conta para esse fim com o apoio de especialistas brasileiros (UFF e UFSC) para estudos de ambientes/sistemas recifais.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

[1154] 500 posts em 2014, Boas Festas e encerramento de actividades deste ano

Com este, Praia de Bote chegou aos 500 posts em 2014, quase exclusivamente centrados no Mindelo, São Vicente e Cabo Verde, número certo, bonito e, neste caso, crioulo. Aproveitamos a altura para desejar Boas Festas ao nossos colaboradores, aos nossos amigos (em Cabo Verde e na diáspora cabo-verdiana) e MUITO PRINCIPALMENTE aos que souberam aproveitar este espaço para comentar e dar o seu valioso contributo. Eles sabem o que é bom... Um braça pertóde pa tude munde e até 2015, depois de um tchluf no Atlântico, por altura do São Silvestre, a partir do cais da Alfândega (ou do da nova marina, que vai dar no mesmo).

NOTA: Já depois de este post ter sido lançado, Praia de Bote ainda criou mais alguns. Fazendo engenharia "póstica", eliminámos dois ou três posts menos interessantes e que não tinham tido comentários, pelo que finalizado 2014 ficaremos de facto com 500 posts neste ano.


[1153] Ainda um poema do livro "Coração de Lava", de José Luiz Tavares, em pré-publicação no Praia de Bote (foto de Duarte Belo)


São olhos límpidos de espanto, estes
que agora poisam nesta paisagem,
primeva e silenciosa, onde apenas
um humano aceno, tal indeciso sol
no cimo mais alto da terra, nos chama
à verdade de nascer e perecer
entre perenes penedias, e onde porventura
manuel amou maria, e eu não tenho ombros
para o passado que dizem ser nem mistério
nem alegria, mas mera condição do que vive
com a morte no fundo dos ossos.

Altivamente vertical, governam os dias
essas gentes de tez estranha e alva estirpe
(mesmo se enfarruscados, são ditos
descendentes desse nobre fugido aos tumultos),
e laboriosamente vivem e se multiplicam
à sombra do cume mais altivo.

Estrangeiro e peregrino,
eu encho a alma de assombro e tenho
por sublime neste mar de lava a razão
do homem que rasga trilhos e socalcos e,
tal numa enxertia de vida, planta vides
com gestos de calma sabedoria, emula
a limpidez do primeiro dia na face olorosa
onde se emaranham o passado e o presente,
e o porvir é simples como o fluir da névoa
pelas faldas onde não pesa nem a mágoa
de ser, ante esta imensidão escalavrada,
grão que o tempo em puro nada há de tornar.

Mas porque não sabemos de que lado sopram
as bem-aventuranças, damo-nos ao batismo
de todas as águas que correm por esse corpo
de pedra atiçando o lado mais fulgente
das expectativas que não bastam para refutar
o espigar da precariedade, porquanto é a aflição
o nosso multiplicado espólio, e por muitos dias
escutamos o seu coro, sua melodiosa persistência,
humano património que acolhemos com indulgência,
embora molesta a centelha disseminada
onde o arrojo é o nosso mais inquebrantável esteio.

[1152] Concretização do apoio à população de Chã das Caldeiras afectada pela erupção do vulcão da ilha do Fogo

Na sequência do apelo que a UCCLA fez ontem, dia 25 de Novembro, às entidades suas associadas e ao povo português em geral, em estreita articulação com as autoridades de Cabo Verde e em consonância com a Cruz Vermelha de Cabo Verde, vimos por este meio informar que o apoio solicitado pode ser prestado das seguintes formas:

1 - Para as entidades que eventualmente tenham forma de fazer chegar, os bens que foram solicitados, à Cruz Vermelha de Cabo Verde:
- Géneros Alimentícios (diversos e não perecíveis, exceptuando açúcar e arroz)
- Lençóis e toalhas;
- 5 bebedouros;
- Televisões;
- Materiais de higiene (papeis de higiene, sabonetes, sabões, etc.);
- Materiais escolares (livros, cadernos, canetas, lápis, mochilas, etc);
- Materiais de Pré-escolar (jardim Infantil);
- Roupas e calçados (variados);
- Tanques para depósitos de água para consumo;
- Materiais hospitalares (anexo ).

Os bens devem ser enviados para Cruz Vermelha de Cabo Verde, na sua sede nacional, Rua Andrade Corvo, 36, Plateau, Praia, ilha de Santiago, Cabo Verde.

2 – Todo o outro apoio, em forma pecuniária, pode ser depositado na conta aberta pela
Cruz Vermelha de Cabo Verde com a designação de:

Conta: SOS TCHAN 2014
Banco Caboverdeano de Negócios (BCN) com o Swift: CANBCVCV
IBAN CV64 0004 0000 0569 6870 1016 3
O Banco correspondente é o Santander Totta Portugal com o Swift: TOTTAPTPL
Para qualquer esclarecimento contactar a UCCLA para o mail: jbastos@uccla.pt.
O Secretário Geral
Vitor Ramalho

Plano de Contingência de saúde, no âmbito da Erupção Vulcânica de Chá das Caldeiras
LISTA DE NECESSIDADES BÁSICAS HOSPITALARES

- Máquinas de aerossol;
- Máquinas de glicemia;
- Fitas para máquinas de glicemia;
- Aparelhos de tensão;
- Ligaduras;
- Compressas;
- Adesivos;
- Toalhas
- Lençóis;
- Máquinas de oxigénio portátil;
- Aparelhos de electrocardiograma;
- Papel para aparelho de electrocardiograma;
- Pensos;
- Máscaras;
- Luvas;
- Betadine;
- Óculos de protecção;
- Adesivos;
- Água oxigenada;
- Termómetros;
- Sistemas para soros;
- Soros.

[1151] Em 1957, um vale militar com uns cobres para o nosso tenente Luís, enviados de São Vicente e recebidos em Lisboa


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