sábado, 23 de janeiro de 2021

[4735] 8000 escudos para a geografia cabo-verdiana, em Abril de 1921











O governador era o oficial do Exército Manuel Firmino de Almeida Maia Magalhães:

(...) De 18 de Julho de 1919 a 11 de Maio de 1921, servirá a República como governador da Província de Cabo Verde, onde se destaca no combate inglório contra a fome no arquipélago que, segundo descreve, levava o Governo a ter de sustentar mais de 25 mil pessoas. No cargo revela-se como um defensor das populações, procurando conter práticas e abusos das oligarquias locais. Mas a imagem que nos transmite da situação e vida na Província é desoladora, narrando durante uma viagem à metrópole em 1921, que «aquilo é a coisa mais pavorosa que se pode imaginar…», confidenciando inclusive que apenas lá regressaria «por honra da firma, porque a vontade não é nenhuma». (...)

in RODRIGUES, Diogo Campos, Maia Magalhães: um militar "democrático" na Grande Guerra e da resistência ao Sidonismo, Ler História, n.º 65, 2013.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

[4724] Um ano da morte de Nuno Rebocho, grande amigo da Ribeira Grande de Santiago (Cidade Velha) e de Cabo Verde

 

Passou no dia 12 o primeiro aniversário do falecimento do poeta, escritor, jornalista, radialista e conselheiro autárquico Nuno Rebocho (1945-2020), a quem a Ribeira Grande de Santiago (Cidade Velha) e Cabo Verde tanto devem. Honra seja feita à memória do nosso amigo e amigo da cidade-berço de Cabo Verde. Ver AQUI a sua biografia.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

[4712] No primeiro dia de 2021, voltemos ao Cabo Verde de 1937

Quando parece que já vimos tudo, ainda há maravilhosas pérolas para observar. Aqui está uma, de alto luxo em termos de informação, sobre um Cabo Verde desaparecido. Uma verdadeira descoberta para nós, embora já vista por muitos outros. Agradecimentos ao amigo João Mendes que no-la deu a conhecer. Uma boa maneira de entrar neste anos de esperança de 2021.