segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

[0361] Apresentação do novo dicionário de Cabo-verdiano/Português

CONVITE

A Associação Caboverdeana (ACV) de Lisboa tem a honra e o prazer de convidá-lo(la) para a sessão de apresentação pública do DICIONÁRIO CABO-VERDIANO / PORTUGUÊS, do Professor Doutor Manuel Veiga, a cargo da Dr.ª Ana Josefa Cardoso, linguista e professora do ensino bilingue português/cabo-verdiano.

A sessão de apresentação pública da obra terá lugar nas instalações da ACV sitas na Rua Duque de Palmela, n.º 2, 8.º andar, a partir das 18h00 do próximo dia 21 do corrente mês de Fevereiro, Dia Internacional das Línguas Maternas, e integrará ainda a apresentação da comunicação intitulada "Cabo Verde: Nação Global Caldeada num Bilinguismo em Construção", seguida de debate e intercalada com música e poesia (também traduzida) em Cabo-verdiano e em Português.

Na mesma ocasião, será anunciado o perfil do Curso de Língua Cabo-verdiana a ser ministrado nas instalações da ACV a partir do mês de Março do corrente ano.

Se não cair um meteorito na PRAIA DE BOTE, lá estaremos, como se impõe. Tanto mais que a Dr.ª Ana Josefa Cardoso é uma velha conhecida nossa, da qual nos ficou excelente impressão pela competência demonstrada na sua área de trabalho.

7 comentários:

  1. Uma curiosidade: o dicionario caboverdiano esta escrito em Alupec?

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  2. Confesso a mesma curiosidade do Fernando...

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  3. Se estiver em Alupec, a gente faz o desconto. Utilizamos o dicionário sem utilizarmos os KKKKKKKKKKKKK. Ou seja, utilizamos a parte boa e a parte má vai para o lixo. Nestas coisas, temos de ser realistas, há sempre uma parte boa. A parte má, a gente manda-a às urtigas.

    Braça sem K,
    Djack

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  4. Isto causa perplexidade DICIONÁRIO CABO-VERDIANO / PORTUGUÊS mas que CABO-VERDIANO? O crioulo tem várias variantes. Isto é mais uma manobra dos fundamentalistas que estão numa fuga em frente. Todo o pacote Alupec que inclui o novo alfabeto e a concepção fundamentalista da língua crioula está em causa. Este assunto vai ter que estar na mesa da Regionalização e travado enquanto é tempo pois ou fazem-se coisas consensuiais ou é a ruptura. Uma parte de Cabo Verde não pode impor a outra a sua cultura e manneira de falar.
    José F Lopes

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    1. Desejo, do fundo da alma, que haja por aí muitos mais homens "Fortes" para evitar tanta iniquidade...Se formos ao voto universal o meu irá para o crioulo da Dja Braba, terra di nha cretcheu...e para TODOS os outros, pois cada um é uma identidade e um património inalienável...

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  5. Joaquim, mesmo suprimindo os kkkkkkkkkkk,o falar dominante em apreço deverá ser o da ilha de Santiago, tanto quanto presumo. E falta informar ainda se a música e a poesia que se seguirão serão da autoria de santiaguenses e versando temas que reflictam especificidades da cultura e idiossincrasia do povo da ilha em causa.
    A ser assim, e perante tanta iniquidade (Zito Azevedo dixit), a resposta deveria ser uma enchente de pessoas das mais diversas ilhas, que, em uníssono, fariam um ruído de fundo contínuo, qual Torre de Babel, para anular o que não passa de uma afronta à diversidade linguística e cultural que caracteriza e enriquece o povo cabo-verdiano.

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  6. Se houvesse honestidade apesentavam um dicionàrio santiaguense-português. E houvesse senso ele seria apresentado na capital de Santiago.
    Não hà dùvidas quanto ao programa de longe estabelecido mas, serà que ninguém replica?
    Isto é uma obscenidade. Um vergonha.

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