domingo, 23 de junho de 2013

[0488] É já no próximo sábado (ver post anterior)

Conversa entre amigos sobre aspectos diversos da diáspora cabo-verdiana nos EUA - Palestra por Joaquim Saial na AAAESCV (Lisboa), sábado, 29 de Junho. Trata-se de uma viagem pela América cabo-verdiana, de pescadores de baleias, capitães de escunas, apanhadores de morangos e mirtilos e por muitos outros meandros da vida das gentes das ilhas que se tornaram "mercóne", umas vezes acabando os seus dias em desgraça e morte e noutras em riqueza e prestígio. Como, aliás, acontece com todas as diásporas - ou seja, em geral com romantismo, embora não necessariamente sempre agradável...





4 comentários:

  1. Episódios interessantes da odisseia cabo-verdiana pela "terralonge". Estranho muito a confusão do mestre do Ernestina. Qualquer bússola a bordo resolveria o problema do rumo. Se o navio anda estivesse dentro da baía ainda se poderia dizer que andava à procura da barra, mas a notícia refere que o navio já tinha saído do porto.

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  2. Alguma inexperiência do mestre e o facto de o tempo estar enevoado, como se diz na notícia, tenham sido factores contribuintes para esta falha quase anedótica. Mas é apenas uma das coisas curiosas que vão ser divulgadas na acima citada conversa de amigos. A história da diaspora cabo-verdiana é pródiga em acontecimentos do género.

    Braça ernestínica,
    Djack

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  3. De cada vez que fá-ço uma viagem de barco entre estas ilhas, com condições mínimas "barco a motor protegido da agua e do vento, vendo televisão inclusivo", me ponho muitas vezes a pensar de como era difícil navegar nos nossos mares com aqueles faluchos ou escunas naquela época. Hoje, pode-se fazer, uma viagem entre São Vicente e Santiago (Praia) , fazendo uma escala de três horas em São Nicolau, em apenas 20 horas.
    Mas mesmo assim aquilo perece uma eternidade, sobretudo em dias de mau tempo.
    Isto para dizer que apesar de tudo, devemos considerar privilegiados em viver nesta geração e nesta época.

    Um Abraço Viajante

    MARCOS SOARES

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  4. Felizmente houve progresso, nesse e noutros aspectos. Os dias do nosso amado e heróico "Carvalho" e de muitos outros de que aqui lembramos de vez em quando os nomes pertencem ao passado. O povo das ilhas merece conforto e rapidez nas suas deslocações.

    Braça sem Mar d'Canal,
    Djack

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