quinta-feira, 6 de novembro de 2014

[1131] Um cafizim lá na Tcham de Semitêr (ou Sumter) com o Valdemar e o Brito-Semedo

O dia está fresco, aqui por Portugal. Por isso, o Praia de Bote resolveu mandar vir a São Vicente o Valdemar lá das Franças (onde já se gela) e o Brito-Semedo da capital praiense para um falinha e um café na Tchã de Semitêr (ou Sumter, como se queira, sítio muito dos amores de ambos, embora o Pd'B prefira o bairro ao lado, o de Monte Sossego). Vamos relembrar coisas cabo-verdianas, falar do Mindelo e de São Vicente, para depois irmos até ao Café Lisboa beber um gin-tonic. Tiramos uma foto do dito, no seu copo ornamentado com rodela de limão (agora prefere-se a de pepino) e mandamo-la ao Zito pa fazê manha naquel desgraçóde. Que tal? Acham bem?

Quanto aos 18 meses apontados na notícia, já estão a ver em que época calharam, não é? Será que a torrefacção se concretizou? Só os mnine d'Tchã é que o poderão dizer...

DN, NB, EUA - 16.Fevereiro.1973



9 comentários:

  1. MI Ê MNIN DE MÓRADA...E à data do termo do prazo não havia tempo para torras, era mais a hora das turras!
    Nunca ouvi falar de tal coisa nem na citada Chã, nem noutra qualquer e, meu amigo, gin&tonic com pepino, nem pensar! Com limãoziho (lima) da Guiné é que é bom! Antes, depois e durante as refeições...

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  2. Ê a primeira vez que ouço falar do projecto que deve ter sido efémero.
    Na data citada encontrava-me ainda em Tananarive de pedra e cal mas receberia o "mandato de despejo" no ano seguinte, dia 24 de Abril (sim, senhor!!!) ou seja na véspera do célebre 25 de Abrilde 1974. Um mês depois sai com mulher e filha para Portugal. Mas isso tudo é outra odisseia que fica para ser contada.
    "Je ne regrette rien" tanto mais que depressa me habituei ao costume bem nacional dos cafezinhos a cada vez que encontrava um amigo na Baixa. Por vezes, à tarde, era uma ginjinha no lugar "ùnico".
    Acreditem que foi mesmo sabe, embora a incerteza da vida que via e que ia ter.
    Era outro tempo.

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  3. Estou a ver que a fabriqueta de torrar café ou nunca existiu ou durou pouco. Mas até mesmo o que só se imaginou surge aqui no Praia de Bote, lugar do sim e do sempre, do talvez e do não e do nunca.

    Braça com odor a Fogo e a Santo Antão,
    Djack

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  4. Quanto ao pepinal adereço, tenho bebido a versão "Gordon's" já com ele incluído e não sabe nada mal.

    Braça verde,
    Djack

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  5. Caros, nessa altura estava eu a viver na Morada (Seminário Nazareno), com um pé na Chã de Cemitério, mas nunca ouvi falar de tal coisa. O local, na sequência da Padaria dos Matos em direcção à Ribeira de Julião, era zona industrial onde estava instalada, por exemplo, uma serração de madeira, seria o desejado para tal iniciativa. O que deve ter acontecido é algum atraso burocrático e depois aconteceu o 25 de Abril de 1974 que terá arado tudo. Hoje em dia, por trás da casa do Sr. Hermínio Pereira, pai do Valdemar, encostado ao prédio/residênica da Alda, há um Café, no meu tempo não havia, onde fiz questão de ir beber uma bica. Qual Café Lisboa, qual quê, Café de Tchã de Cemitêr. Braça, com cheiro a café.
    Manel de Xanda

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  6. Apenas um apontamento para referir que a serração de madeiras a que o amigo Brito-Semedo se refere, era a SIMAL, pertencente às Organizações Leão e de que foi gerente meu pai...

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  7. Só faltou juntar a esse café uma ratchinha de cuscuz. Este Djack é das poucas pessoas que me põem a rir com gosto.

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  8. Há que rir, há que rir, assim se espantam as bactérias indesejáveis.

    Braça risível,
    Djack

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  9. Há que rir, há que rir, assim se espantam as bactérias indesejáveis.

    Braça risível,
    Djack

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