quarta-feira, 29 de abril de 2015

[1488] Durante a II Guerra Mundial, não havia carta que não fosse aberta...

Incluindo as do comerciante são-vicentino António Miguel de Carvalho que em Abril de 1940 estava de luto... e que escrevia para "The Texas Company" (Texaco), em Nova Iorque. Coisas de combustíveis, claro, eram logo suspeitas e pimba, carta aberta.



1 comentário:

  1. Que trabalheira seria devassar todas as cartas! O problema é que depois da guerra a prática se manteve em alguns sítios.

    ResponderEliminar