terça-feira, 12 de janeiro de 2016

[1804] E os agradecimentos da praxe...

Um ubrigadim a todos que participaram neste concurso comemorativo do 1800.º post, especialmente ao Adriano e ao Zito. Aos outros que apenas nos visitam ou que connosco colaboram, recomendamos igual interesse e participação, não só pelo divertimento que nos dão como por aquele que receberão. 

5 comentários:

  1. Djack, acredita que já me esforcei bastante para atrair remadores para esta Praia de Bote.Tentei repetidamente junto de familiares e amigos, cabo-verdianos. Há tempos, verifiquei que uma prima direita minha, que até tem pouco de cabo-verdiano, pois o pai é português e ela nasceu cá, costuma visitar silenciosamente o blogue. Pedi-lhe para intervir comentando, que ela até é mulher de boa pena, mas nada.
    Não entendo por que é que a malta não aparece. Isto é afinal um espaço de divertimento e companheirismo, além de divulgação sobre a História e actualidade informativa cabo-verdiana.

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    1. Eu sei, eu sei, por algum motivo és o super-vencedor de tantos concursos. Só os ganhas porque és persistente, tens disciplina e te esforças. Só assim se conseguem tantos resultados positivos.
      Um ubrigadim!

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  2. Sinto que não tem piada queimar as pestanas para trazer aqui muito de interessante e ver as pessoas passar semdizer bom dia. Mas... se se aparecer primeiro é considerado fuminha. Outras vezes hà o de cair no ridiculo da desenterrar Nha Candinha Sena. Coitada !!!

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  3. Aqui ninguém cai no ridículo, ao responder com erro, sobretudo se for um dos nossos mais persistentes comentadores. Só cai no ridículo quem espreita e não diz nada. Ainda por cima, fui informado pelo Djica de Nha Tóia, empregado no 18-2-8, que esta noite quem passava por perto do portão podia ver três mudjer ta flá, dizem que era a Cize, a nha Marquinha e nha Candinha Sena e que a Cize dizia "Inda tude munde ta racordá d'mim", ao que nha Candinha Sena retorquiu "Na Tours tem um sport qu'nunca squeceme" e nha Marquinha dizia "Bocês é que tem sorte, de mim ninguém ta lembrá e m'ta logo n'entrada d'sumtér onde tude munde ta passá"...

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  4. Eu só acertei quando, na tarde desse dia, estando na Biblioteca de Tomar, me lembrei de que nesse livro do Teixeira de Sousa, Ilhéu de Contenda, a narrativa arrancava com o funeral da senhora idosa do sobrado. Mas também tenho de confessar que a dica que o Djack deu (tem um czinha na mar e também na terra) ajudou e foi assim que se fez luz. Mas se tivesse tido o livro à mão, seria canja. Tal como o Val, a primeira coisa de que me lembrei foi do Enterro de nha Candinha Sena. Mas, como tenho esse conto em casa (livro Noite de Vento), logo verifiquei que não se falava de funeral na segunda linha.

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