terça-feira, 19 de janeiro de 2016

[1821] Cabo-verdianos, gente criativa

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2 comentários:

  1. Admiro o espirito inventivo desta miudagem e não esqueço os carrinhos de arame com comando manual das rodas dianteiras e tudo...Só visto!
    Braça de espanto,
    Zito

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  2. Como sempre tive certa aptidão manual, nos meus tempos de menino fazia muitos brinquedos, mas a minha maior predilecção era para os naviozinhos, de pau ou de lata. Encontrava apoio oficinal na oficina de nhô Jon Teca, que ficava relativamente perto da nossa casa, quando fomos morar em Fonte Cónego. Nhô Jon Teca tinha 3 filhos, dois em idade mais próxima da minha, e um outro que era mais velho que eu uns 5 anos. Chamava-se Malaquias e era muito paciente a satisfazer os meus pedidos de ferramenta. E bom rapaz. Ele foi para a Força Aérea e seguiu a carreira de sargento mecânico de aviação. Por volta de 1966, estava eu na pista do aquartelamento da minha companhia, no leste de Angola. Estava a aguardar a chegado do Nord Atlas que fazia semanalmente o reabastecimento de frescos. A certa altura, desceu a escada do avião o sargento mecânico para fazer umas verificações no exterior da aeronave. Era o Malaquias. Se a surpresa foi grande, maior foi o abraço. Pena é não termos tido tempo para lembrar os trabalhinhos de carpintaria e serralharia nos nossos tempos de menino.

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