quarta-feira, 29 de junho de 2016

[2231] A memória de Djunga ainda povoa o Mindelo mas ela também está em Almada

Djunga te sido muito falado nestes últimos dias, por via do pequeno mas significativo texto de José Fortes Lopes. Ei-lo aqui em livro de um dos seus grandes amigos.



5 comentários:

  1. Là està ele outra vez "ta esgrovêtà moda galinha na casa de gente" !!!
    So que foi em sua casa, nas suas estantes, enquando choro por esse livro que eu tive e que foi vitima do Alzheimer. Mas quando for a Lisboa...

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  2. O grande problema da BCVPd'B (Biblioteca Cabo-verdiana do Praia de Bote) é que começa a haver mais livros que prateleiras... Um drama que vai sendo rodeado por arranjos contínuos, com uns livros a sair para aqui, outros a sair para ali, uns em cima, outros em baixo... enfim, lá se vai conseguindo.

    Braça com milhares e milhares de folhas com som crioulo,
    Djack

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  3. Já ouvi falar deste livro, não o li. Trata-se do mesmo Djunga, suponho, pois o Dr Teixeira de Sousa que foi Presidente da CMSV deve ter conversado demoradamente com o Nho Djunga sobre questões relativas à cidade, que despertavam uma atenção muito especial do cronista. Lembro-me em especial de uma crónica em que a CMSV especificamente era o foco.

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    1. Não te esqueças que, além de Edil, Dr. Teixeira de Sousa era um homem do povo, um médico e um escritor. Para cada uma dessas funções ele estava em contacto permanente com o povinho e julgava os ditos e/ou cochichos o dia-a-dia. E Nhô Djunga, pela sua humanidade, era uma caixa de resonância dos sofrimentos e viveres populares.
      Penso que o dever de um Edil é de auscultar "in su situ" cada municipe, que médico - antes de tudo - pergunta qual o mal e o escritor faz como a galinha branca que anda pela casa de gente a catar, grão a grão.
      Que sejam sempre lembrados os nossos "sages" que, por direito, devem permanecer connosco atravez dos exemplos que deixaram.
      O resto é cantiga que entra por um ouvido e sai pelo outro.

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  4. Por acaso, tive oportunidade de ler este belo livro. E foi em S. Vicente.

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