terça-feira, 5 de julho de 2016

[2254] Há sempre algo de Cabo Verde... Quando a Assembleia Nacional de Cabo Verde teve um filho do mesmo nome. Agora é que é o último post dos próximos dias

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4 comentários:

  1. Artigo simplesmente Esplêndido !
    Pensei que os botes da praia tinham sido recolhidos por tempo indeterminado devido trabalhos pendentes do cabo-chefe do sitio. Isto afinal não sucedeu por causa do dia 5 de Julho do ano 41 da República.
    Tanto melhor para quem não tem conselheiro de imprensa para preparar a resenha diária.
    Agora passa mas, em outros não seria nada bom porque Dufega & C° se aproveitariam para passar o contrabando.
    Coragem ao Djack
    Braça

    V/

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  2. Antes desta interrupção anunciada e, a propósito desse olhar sobre o 5 de Julho feito por esta Professora, devo acrescentar que apesar deste nosso orgulho não devemos ter medo de conhecer também um outro lado da historia da nossa independência que muitos "Arquivos" vivos estão a revelar, e que gerações vindouras merecem conhecer.
    Um abraça de Independência

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  3. O texto apresenta duas imprecisões. No ano de 1959 houve seca prolongada, sim, mas não as gravíssimas crises de fome do passado, nomeadamente as de 1901 e da década de quarenta. Aliás, foi precisamente em 1959 que o governador do território tomou providências nunca antes observadas, mediante o Plano de Abastecimento que mandou elaborar.
    Fala na "receita do sucesso = (descentralização + sistema semipresidencial + Parlamento) x capital social." A palavra descentralização está lá a mais, pois o facto de haver municípios não quer significar descentralização. Também duvido que o semipresidencialismo seja elemento imprescindível dessa receita.
    O exemplo que a autora dá de capital social corresponde à verdade. Também me aconteceu algo semelhante. Entrei nos correios em Santo Antão e, como não tinha dinheiro trocado, a funcionária disse-me que pagava depois.
    Quanto aos indicadores de democracia apontados, é um facto que Cabo Verde é um exemplo em África, mas exemplo que dificilmente será alguma vez seguido pelos países do continente africano. É uma questão de lastro cultural.

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  4. Assino por baixo o que o Adriano escreveu. No ta ba no ta bem, costuma-se dizer em crioulo de soncent

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