quinta-feira, 6 de outubro de 2016

[2577] Eis o verdadeiro motivo da ida do "Afonso de Albuquerque" a São Tomé (ver posts anteriores, próximos, sobretudo o último)

Leia-se com atenção o que está escrito nas entrelinhas da notícia do post anterior. Parece agora que o que dissemos no post 2575 não se justifica (quanto ao percurso norte/sul ou sul/norte). Parece-nos agora que o "Afonso" já estava em Cabo Verde ou para lá se dirigia, quando foi mandado seguir para São Tomé por causa dos distúrbios na vila da Trindade. É claro que isto requereria investigação mais aprofundada, para a qual não temos tempo, devido a outros afazeres, mas parece que as coisas se passaram mesmo assim.


1 comentário:

  1. Julgo saber que os acidentes ocorridos em São Tomé se justificaram pelo tratamento iníquo dado aos trabalhadores, do que ninguém pode duvidar se se lembrar do regime de exploração, quase escravatura, que predominava naquelas roças. Creio que todos os leitores e companheiros deste blogue têm de condenar veementemente a exploração do trabalho do homem, seja em S. Tomé, seja em outro lugar qualquer.
    Já li qualquer coisa sobre as circunstâncias e os contornos daquele trágico incidente. Julgo saber que o governador, tenente-coronel Gorgulho, não era flor que se cheire, nada tendo a ver com militares de boa memória que governaram Cabo Verde.
    A notícia comete um erro quando diz alferes miliciano na reserva. A reserva é uma situação apenas aplicável aos militares de carreira, ou seja, dos quadros permanentes. Os milicianos passam é à situação de "disponibilidade" quando deixam o serviço. Podem é ser novamente convocados se houver uma situação que o justificar, como aconteceu durante a chamada guerra colonial.

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