terça-feira, 18 de outubro de 2016

[2674] Quando os moinhos de vento eram padeiros, perdão, BAKER

Praia de Bote continua a pulverizar records pessoais. Este é o post 138 deste mês (137 em Setembro). Nunca tal tinha acontecido em seis anos e tal de "Praia de Bote". Até ao final de Outubro, o número aumentará mais uns pontos, decerto, o que será depois muito difícil de ultrapassar. Mas isso logo se verá... Entretanto, o moinho continuará a girar no Porto Grande. E é um Baker, comprado na firma Ribeiro de Almeida, que julgam? O Mindelo tem tudo ou pelo menos tinha, em Setembro de 1933.


3 comentários:

  1. Adoro estes moinhos de vento, que foram inventados pelos americanos.

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  2. Havia uns modelos de dimensões reduzidas, os "aerodínamos" que produziam corrente eléctrica contínua armazenada em baterias e que foram largamente utilizados para uso doméstico...Nos anos 20, meu pai montou dezenas destes "electric windmills", de norte a sul de Portugal...No Mindelo, lembro-me que o João Pereira, industrial madeirense de calçado, tinha um desses aerodínamos montado na sua casa e que aínda funcionava nos anos 50...

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  3. Vejo o desenho das "bombas de àgua" e não posso deixar de falar de Toi Bintim que os fabricava na sua oficina no Fonte Cutu. Teve muitos clientes entre os quais Manuel de Matos (e seu irmão Além de Matos) que os montou nas suas propriedades de Mato Inglês e de Calhau. Confirmo o que diz o Zito do aerodinamo do João Pereira. Mas havia outros.

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