quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

[2761 - agora faltam só 3 posts para os 1000 em 2016] Um marceneiro e um hotel

O Hotel Porto Grande, embora não muito vasto, era um luxo para a época e para a ilha - que só tinha tido vagas aproximações a esse equipamento turístico, nunca uma obra desta envergadura. E, não o sabíamos, com mobiliário feito na ilha por um dos melhores marceneiros locais, Cláudio Freitas, amigo da nossa família. Desconhecia-mo-lo, porque em 67 já não estávamos no Mindelo. Mas como uma das missões do Pd'B é dar a conhecer a história e sobretudo a pequena história são-vicentina e mindelense, esta aqui fica. Quanto ao hotel, ainda ali está e estará. Ah! E o edifício  estava à escala da praça que o enquadra. Como se impunha e deve SEMPRE ser...

Junho.1967

Cláudio Freitas, Foto Arquivo Joaquim Saial, 1965


3 comentários:

  1. Falando um pouco.
    Claudio Freitas, entrou para a Western Telegraph para o lugar vago pela morte de Manuel do Carmo Silva, pai dos músicos Djack de Carmo e Alfredo (Ti Fefa). que também foram da WTC.

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    1. Não sei se antes foi noutro sítio, mas por 1999, quando o fui visitar, a sua oficina era à saída da morada, na rua pela qual se vai para São Pedro, do lado direito.

      Tivemos pois um telegrafista marceneiro que deixou saudades em quem o conheceu.

      Braça com plainas e martelos,
      Djack

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  2. Conheci-o bem e nas minhas primeiras visitas convivi com ele.

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