terça-feira, 10 de janeiro de 2017

[2800] Era em Julho de 1913, di-lo o "A Voz de Cabo Verde", em oferta de arquivo que hoje tivemos

Este endereço foi depois o inicial da Sociedade Pollux, fundada em 1936, com malhas, tecidos e quinquilharias (hoje na Rua dos Fanqueiros, num prédio cujo último andar tem bar e uma óptima vista sobre Lisboa). É de ver.

Quanto ao Caetano M. de Macedo, não descurava a língua dos patrícios...


7 comentários:

  1. Curiosa essa indicação de que se fala crioulo de CV. Será que os clientes de Cabo Verde precisavam de tradutor?

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  2. Parece-me que não leste todo o anúncio. O Caetano M. de Macedo era armazenista de móveis e estofos mas dedicava-se também à actividade de cambista e a diversas outras, trabalhando com cabo-verdianos provenientes da América que queriam regressar (de todo ou temporariamente) às ilhas e que por vezes desejavam adquirir propriedades no arquipélago. Essa gente, que estivera muito tempo nos States, devia falar pessimamente o português mas decerto não esquecera o crioulo. Logo...

    Braça crioula,
    Djack

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  3. E também não reparaste no facto de que embora sendo o estaminé do Macedo em Lisboa, o endereço telegráfico e o telefone eram do Fogo. Telefone n.º 1253... A coisa é estranha, mas é assim mesmo.

    Braça de olho atento,
    Djack

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  4. Vejo nesse anùcio uma forma de mùarketing nesse tempo. Um convite a visitas da gente ligada a Cabo Verde.

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  5. Não deixa, no entanto, de ser curiosa essa referência poliglota!
    Braça, em crioulo de Cabo Verde,
    Zito

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