As prisões de dezembro de 1974, arbitrárias e ilegais, levadas a cabo pelas Forças Armadas Portuguesas, destacadas em Cabo Verde, com o apoio do Comando da Policia de Segurança Pública, iniciaram a III Fase do Campo de Concentração do Tarrafal, fase essa que não foi reconhecida pelo Governo do MPD, através do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, sob proposta do Instituto do Património Cultural.
As autoridades cabo-verdianas apenas reconhecem as I e II Fases do citado Campo, homenageando, respetivamente, a luta antifascista e a luta anticolonial. Para elas, foi irrelevante a resistência de largas dezenas de cidadãos cabo-verdianos contra o projeto politico de descolonização do PAIGC que preconizava independência total e imediata, união política com a Guiné Bissau e o regime de partido único.
Vai levar muito tempo o reconhecimento da III Fase.
As prisões de dezembro de 1974, arbitrárias e ilegais, levadas a cabo pelas Forças Armadas Portuguesas, destacadas em Cabo Verde, com o apoio do Comando da Policia de Segurança Pública, iniciaram a III Fase do Campo de Concentração do Tarrafal, fase essa que não foi reconhecida pelo Governo do MPD, através do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, sob proposta do Instituto do Património Cultural.
ResponderEliminarAs autoridades cabo-verdianas apenas reconhecem as I e II Fases do citado Campo, homenageando, respetivamente, a luta antifascista e a luta anticolonial. Para elas, foi irrelevante a resistência de largas dezenas de cidadãos cabo-verdianos contra o projeto politico de descolonização do PAIGC que preconizava independência total e imediata, união política com a Guiné Bissau e o regime de partido único.
Vai levar muito tempo o reconhecimento da III Fase.