segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
[3284] Agora que vai haver tomate no Sal, lembramos os tempos em que havia laranjas em São Vicente - que eram exportadas para a Madeira e para Inglaterra...
Não é mentira, não é mentira, não é mentira, não, não é mentira!!! Era assim em 1933, em São Vicente...
[3278] Convite do Praia de Bote para noites de Natal e São Silvestre
Praia de Bote convida todos os amigos deste blogue para dois jantares, nas noites de Natal e de São Silvestre, na sua propriedade de Pé de Verde, São Vicente. Como oferta, podem trazer em alternativa uma lagosta ou uma garrafa de manecom. Como se pode observar na imagem da Mansão Praia de Bote, já temos duas galinhas a engordar para adorno de ambas as festas. Canja, cachupa, xerém, friginato, botchada, de tudo haverá. É só vir, pessoal, é só vir!... Claro que o catchor de quatre pata e o gato gatchóde atrás da menininha não serão cozinhados!...
[3274] Boas Festas para o Pd'B (2)
O blogue Praia de Bote agradece, reconhecido, as Boas Festas da Embaixada de Cabo Verde e retribui com votos de sucesso e de profícuo trabalho em 2018 do senhor embaixador e funcionários da legação verdiana em Lisboa, em prol dos cabo-verdianos que vivem em Portugal e do desenvolvimento das já de si muito boas relações com este país irmão.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
[3722] Exposição do pintor mindelense Tchalé Figueira, na Praia: "O Azul e a Luz"
CONVITE
Tchalé Figueira expõe na Livraria Nho Eugénio, de 8 a 31 de Dezembro de 2017
Vernissage : Sexta-feira 8|Dez.|2017 19h00
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
[3271] 400.000 visitas, atingidas hoje. Aí vai Pd'B, em alta velocidade, a caminho do meio milhão...

Aí está! Chegados às 400.000 visitas, só nos resta mesmo trabalhar e avançar para a etapa seguinte, a do meio milhão. Aqui deixamos a estatística dos 10 países que forneceram mais visitantes nestes cerca de sete anos de vida do Pd'B, com Cabo Verde em terceiro lugar. Não nos esqueçamos, contudo, dos muitos milhares de visitantes das ilhas, provenientes de Portugal e EUA, fora o resto. Estranha, é a presença da Rússia e da Ucrânia, à frente da Holanda, por exemplo... Mistério total!!!terça-feira, 5 de dezembro de 2017
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
[3263] Para breve, em Cabo Verde, novo livro de Nuno Rebocho
Dentro em pouco chegará aos escaparates das livrarias "Histórias da História de Santiago", novo livro a sair na cidade da Praia, sob chancela da Livraria Pedro Cardoso, numa tiragem de 250 raros exemplares.
Contém fotografias a preto e branco (excelentes) de Tó Gomes e prefácio de Joaquim Saial. Apetitoso, pelo texto e pelas imagens, é um luxo que aí está prestes a surgir.
Praia de Bote irá dando notícias dos desenvolvimentos desta novidade escrita por Nuno Rebocho que tem dentro piratas e saques, tabanca e gente da terra, memória e história.
Fora muitas outras coisas de mais que interessante leitura.
Contém fotografias a preto e branco (excelentes) de Tó Gomes e prefácio de Joaquim Saial. Apetitoso, pelo texto e pelas imagens, é um luxo que aí está prestes a surgir.
Praia de Bote irá dando notícias dos desenvolvimentos desta novidade escrita por Nuno Rebocho que tem dentro piratas e saques, tabanca e gente da terra, memória e história.
Fora muitas outras coisas de mais que interessante leitura.
sábado, 2 de dezembro de 2017
[3262] Sessão inaugural da Comemoração dos 70 anos da publicação do romance "Chiquinho" de Baltasar Lopes em Almada, um sucesso
Nestas coisas de actividades que envolvem diversas entidades, alguma logística e razoável assistência, pode por vezes algo correr mal, eventualmente suceder um aborrecimento aqui, outro ali. Mas quem hoje esteve no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada, pode testemunhar que nada disso sucedeu e que o evento comemorativo do 70.º aniversário da publicação em livro de "Chiquinho" foi um sucesso.
Para além da presidente da edilidade, Inês de Medeiros, do vice-presidente, João Couvaneiro, do Director do Departamento de Cultura, Armando Correia, e do embaixador de Cabo Verde, Eurico Monteiro, esteve ali um público atento e interessado de várias dezenas de espectadores (cerca de 70 pessoas), português e cabo-verdiano. Assistiu-se à abertura de uma exposição bibliográfica de 40 livros claridosos, ouviram-se três mornas e uma coladeira (gentil oferta da embaixada de Cabo Verde) e duas palestras sobre "Chiquinho"/Baltasar Lopes e Henrique Teixeira de Sousa, respectivamente pelos prestigiados professores Alberto Correia e Glória de Brito, em ambiente de grande atenção, alegria e forte convergência luso-cabo-verdiana. Era o que se pretendia e foi isso que aconteceu. Obrigado a todos que para tal contribuíram. E aqui ficam fotos do acontecimento. Não temos ainda da mostra de livros, porque na altura o administrador do Pd'B estava a realizar uma visita guiada à mesma e depois já não houve oportunidade. Mas elas surgirão, a seu tempo. Dia 16, há mais!...
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Embaixador de Cabo Verde e presidente da Câmara Municipal de Almada, durante o discurso desta
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| Armando Tito durante a sua espectacular exibição |
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| O homem que toca com a viola sobre os ombros (obviamente, sem a ver!...)... e bem! |
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| Professor Alberto de Carvalho, no uso da palavra sobre "Chiquinho" |
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| A professora Glória de Brito, relembrando Henrique Teixeira de Sousa |
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
[3260] Nuno de Miranda, um dos pouquíssimos claridosos vivos
Foto feita ontem em casa de Nuno de Miranda, à qual o Pd'B acrescentou o mar das ilhas. Na mão do escritor, uma tese de doutoramento concluída recentemente em Santiago de Compostela, onde se fala da sua obra e da de outros claridosos. Claramente, "Claridade" ainda existe, pois claro...
terça-feira, 28 de novembro de 2017
[3259] Aos cabo-verdianos e portugueses que puderem e desejarem estar presentes
Fórum Cultural Romeu Correia, Sala Pablo Neruda
Praça da Liberdade (junto à Praça São João Baptista, no coração de Almada)
[3258] "Chiquinho" em Almada, é já no dia 2, sábado (ver posts anteriores)
No Fórum Municipal Romeu Correia (Praça da Liberdade, Almada), Sala Pablo Neruda, 2-16.Dezembro.2017
Comemoração dos 70 anos da publicação do aclamado romance Chiquinho, de Baltasar Lopes, com uma visita a dezenas de trabalhos de autores ligados à revista "Claridade" (nove números, entre 1936 e 1960) e até um encontro com a obra que trouxe à literatura cabo-verdiana nova maneira de sentir e de ver o mundo, O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo, de Germano Almeida, a mais internacional de todas. Supostamente pela primeira vez em exposição, 11 edições diferentes de Chiquinho, incluindo a brasileira e a catalã.Chiquinho foi publicado por Edições Claridade, em Outubro de 1947, na Tipografia Cardoso, Calçada do Forte (a Santa Apolónia), 10 - 1.º, Lisboa, numa tiragem de 2000 exemplares. Em bom estado de conservação, um deles pode hoje atingir o preço de 200 euros.
A "Comemoração dos 70 Anos do Chiquinho de Baltasar Lopes" é uma organização de três portugueses amigos de Cabo Verde, os professores Joaquim Saial e Dina Dourado e o poeta Fernando Fitas, em colaboração com a Câmara Municipal de Almada e a Embaixada de Cabo Verde em Lisboa.
2.Dezembro (15h00)
Inauguração de exposição bibliográfica de 40 livros de autores "claridosos"
(ficará patente até dia 16, data de encerramento da comemoração)
Momento musical, com executantes cabo-verdianos
Palestras
Prof. Alberto Carvalho - O escritor Baltasar Lopes e Chiquinho
Prof. Glória de Brito - O escritor Teixeira de Sousa
16.Dezembro (16h00)
Palestras
Prof. João Lopes Filho - Aspectos da poesia de Jorge Barbosa
Prof. Joaquim Saial - O conto O Galo Cantou na Baía, do escritor Manuel Lopes, seguido de Arte nas capas de livros cabo-verdianos clássicos
Prof. Dina Dourado - O humor, em O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo, de Germano Almeida
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
[3257] 70 anos de "Chiquinho" em Almada, no próximo sábado, dia 2 (ver posts anteriores)
Hoje, fui almoçar a um restaurante aqui perto de casa. À minha esquerda, um casal de africanos atacava uma carne com batatas fritas. Falavam em português, o que me fez suspeitar que pelo menos o homem (também pela fisionomia) era angolano ou moçambicano. A senhora, pareceu-me cabo-verdiana, o que depois se veio a verificar ser verdade.
A dado momento, o homem solicitou-me delicadamente dois guardanapos que estavam na mesa à minha direita. E depois de ter pedido abacaxi para sobremesa e de ter tido uma troca de palavras com o empregado sobre a muito melhor qualidade do fruto na sua terra (afinal, Angola), perguntou-me como se chamava em Portugal um vegetal que lá e na Madeira se designa como "pimpinela" - que em casa descobri ser o chuchu também conhecido como caiota. Não lhe soube responder e disse-lhe que de Cabo Verde percebia algo, mas de Angola pouco. Vai daí, vim a saber que a senhora não só era cabo-verdiana (como logo suspeitei) como ainda por cima era são-vicentina de Monte Sossego e que o pai trabalhara na Fábrica Favorita do Matos.
E óbvio que a conversa derivou para assuntos da nossa ilha e escusado será dizer que o meu bacalhau com batatas e grão, na sua parte final, ficou gelado e faleceu segunda vez na travessa… Prometeram-me que estarão na sessão de dia 2 da celebração de "Chiquinho" e que muito possivelmente na de 16. E que estava convidado com a minha família para no primeiro dia jantar com eles…
Resumindo: acho que um conversa do tipo da que tivemos (como se nos conhecêssemos de longa data) não teria acontecido com gente de outras paragens. Ou então a culpa foi minha que me apresentei logo como mnine de Soncente…
[3256] Comemoração dos 70 anos de "Chiquinho" de Baltasar Lopes, já neste sábado dia 2 de Dezembro
No Fórum Municipal Romeu Correia (Praça da Liberdade, Almada), Sala Pablo Neruda, 2-16.Dezembro.2017
Comemoração dos 70 anos da publicação do aclamado romance Chiquinho, de Baltasar Lopes, com uma visita a dezenas de trabalhos de autores ligados à revista "Claridade" (nove números, entre 1936 e 1960) e até um encontro com a obra que trouxe à literatura cabo-verdiana nova maneira de sentir e de ver o mundo, O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo, de Germano Almeida, a mais internacional de todas. Supostamente pela primeira vez em exposição, 11 edições diferentes de Chiquinho, incluindo a brasileira e a catalã.Chiquinho foi publicado por Edições Claridade, em Outubro de 1947, na Tipografia Cardoso, Calçada do Forte (a Santa Apolónia), 10 - 1.º, Lisboa, numa tiragem de 2000 exemplares. Em bom estado de conservação, um deles pode hoje atingir o preço de 200 euros.
A "Comemoração dos 70 Anos do Chiquinho de Baltasar Lopes" é uma organização de três portugueses amigos de Cabo Verde, os professores Joaquim Saial e Dina Dourado e o poeta Fernando Fitas, em colaboração com a Câmara Municipal de Almada e a Embaixada de Cabo Verde em Lisboa.
2.Dezembro (15h00)
Inauguração de exposição bibliográfica de 40 livros de autores "claridosos"
(ficará patente até dia 16, data de encerramento da comemoração)
Momento musical, com executantes cabo-verdianos
Palestras
Prof. Alberto Carvalho - O escritor Baltasar Lopes e Chiquinho
Prof. Glória de Brito - O escritor Teixeira de Sousa
16.Dezembro (16h00)
Palestras
Prof. João Lopes Filho - Aspectos da poesia de Jorge Barbosa
Prof. Joaquim Saial - O conto O Galo Cantou na Baía, do escritor Manuel Lopes, seguido de Arte nas capas de livros cabo-verdianos clássicos
Prof. Dina Dourado - O humor, em O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo, de Germano Almeida
[3255] Compreendem agora o motivo de Praia de Bote colocar marcas de água nalgumas fotografias suas?
Praia de Bote deseja ao Oeiras Digital muitas felicidades e votos de que aprenda a identificar os autores das fotografias que utiliza. Se for preciso, ajudamos a fazê-lo... Enfim, basta colocar o nome de quem as fez em local visível. Fácil, não é?
domingo, 26 de novembro de 2017
[3254] Homenagem de hoje ao médico e escritor Henrique Teixeira de Sousa em Oeiras
Algumas fotos... Algumas imagens dos preparativos, da cerimónia junto à casa onde Teixeira de Sousa viveu os derradeiros 20 anos e aspectos da continuação da homenagem no auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras. Parece-nos que são dispensáveis as legendas. Temos mais imagens, mas por falta de tempo para colocar marcas de água, ficam apenas estas, já bem elucidativas da dignidade do evento que honrou o nosso escritor.
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