sábado, 14 de dezembro de 2013

[0653] Jacques Cousteau esteve lá...

O "Calypso" de Jacques Cousteau
A notícia abaixo é de 24 de Novembro de 1959, do vespertino "Diário de Lisboa". E mostra que tal como outros (Auguste Piccard, por exemplo), o comandante Jacques Cousteau se interessou pela fauna e pela flora de Cabo Verde.

Relativamente à viagem de Piccard, dez anos antes, no final de Novembro de 1948, o Pd'B dará desenvolvida atenção logo no início do próximo ano.


Comandante Jacques Cousteau



2 comentários:

  1. Adorava este homem, e foi pena o seu filho mais velho ter morrido quando, aos comandos do hidroavião Calypso, este caiu no Tejo. Recorto esta notícia publicada no jornal O Mirante:


    Edição de 2007-08-30 do jornal O Mirante

    O actual comandante dos Bombeiros de Alhandra, Jerónimo Caetano, foi um dos tripulantes do salva-vidas “Patrão Quirino Lopes” que acorreu ao acidente do hidroavião Calypso no Rio Tejo, na zona de Alverca, Vila Franca de Xira. O sinistro remonta a 28 de Junho de 1979 e resultou na morte de Philip Cousteau. Era filho do comandante francês Jacques Cousteau, famoso pelas expedições a oceanos e grandes rios do planeta.

    Conta Jerónimo Caetano que o primeiro auxílio foi prestado pelo tripulante de um barco de pesca que passava pelo local do acidente. “Acudiu os sobreviventes que estavam na água e trouxe-os para o cais de Alhandra”. Quando acorreu ao local, Jerónimo Caetano recorda-se de ver muitas pessoas em terra que assistiam ao desenrolar dos acontecimentos na zona das Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA), em Alverca.

    Além do salva-vidas foi também accionada uma equipa de mergulho dos Sapadores de Bombeiros de Lisboa, da qual Jerónimo Caetano fazia parte. “O local foi identificado com facilidade porque uma parte da asa estava fora da água”. Ao primeiro mergulho de avaliação verificou-se que Philip, filho de Jacques Cousteau, estava morto dentro da carlinga do hidroavião. O piloto estava envolto numa amálgama de ferros, preso pelos cintos na zona do abdómen e sem possibilidade de resgate.

    Com o avançar do dia compareceu no local uma equipa de mergulho da Armada. O hidroavião Calypso tinha estado em reparação nas OGMA. Estava na fase final da prestação de provas para condições de operacionalidade. Andou uns dias em manobras e foi nessa fase final de testes que aconteceu o acidente. Jerónimo Caetano arrisca a tese de uma manobra mal calculada. É da opinião que o hidroavião estaria em aproximação a um barco que foi buscar areias ao Tejo.





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  2. Uo COmandante Cousteau foi um dos cidadãos mais queridos pelo seu povo e também pelo mundo inteiro.
    Quanto à noticia do desastre no Tejo, lembro-me de como foi acolhido por todos que contavam com ele para dar seguimento ao trabalho do Pai.

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