sábado, 18 de outubro de 2014

[1116] O grande Malaquias, o inesquecível "Malacas" (e a grande Ofélia, também já falecida e por ele lembrada)


2 comentários:

  1. Conheci o Malaquias desde menino e sempre acompanhei o que ia fazendo tanto com o seu violino como a sua tesoura. Encontrei-o depois em Lisboa numa barbearia na Baixa e, muitos anos depois fui encontrà-lo no Calhau animando as tardes domingueiras no Restaurante da Litcha.
    Naturalmente fala de colegas seus (de que me lembro):- Primeiro o Muchim de Monte (violino) que tocava nos bailes antes da entrada em Força dos clarinetistas; Lela Preciosa bom violão e "luthier", Antãozinho e Miguel Patada mas esqueceu do terceiro de um grupo "informal" que era o Toco.
    Boas tardes essa gente nos proporcionava. Era de borla. Quem passava ouvia.

    ResponderEliminar
  2. Ao contrário do Val, durante a minha meninice em S.Vicente não conheci de perto o Malaquias assim como os outros músicos por ele mencionados. Mas há coisa de uns 20 anos vi um video com uma actuação do Malaquias e fiquei rendido. Entre outras composições, tocou Noite de Mindelo, uma das minhas preferidas. E então pensei que este homem personificava aos meus olhos o Mindelo e as suas noites mágicas. Tudo é efémero nesta vida e ele já não está connosco, já não o veremos mais em cima de um palco, mas não raras vezes fecho os olhos e ouço Noite de Mindelo a sair amorosamente das cordas do seu violão.

    ResponderEliminar