quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

[1840] E em Janeiro, também no "Terra Nova", teremos o Campo de Concentração do Tarrafal e guardas, guardas e mais guardas...


5 comentários:

  1. O nome de Tarrafal soou-me nos ouvidos como presidio quando para là mandaram os srs. Abilio Macedo e Kahn (Sociedade Luso-Africana) pelo crime de quererem amenisar a miséria do povo.
    Dessa gente ninguém fala hoje. Bolas !!!

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  2. Se não estou em erro, na recente visita do António Costa a Cabo Verde, se falou na possibilidade de aquele lugar ser classificado como património mundial. Haverá suficiente fundamento para isso? O problema é que o PAIGC de Cabo Verde meteu também gente nesse campo.

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  3. Património Mundial transporta consigo uma qualidade de "único". Ora aquele antro horroroso, infelizmente não foi único. Não sei se conseguirá o galardão. Se conseguir, tanto melhor para ele, porque o modo como se apresenta (desmoronou-se há pouco a secretaria) não lhe augura bom futuro... em pé...

    Braça sem esbirros e grades,
    Djack

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  4. Aguardo a chegada do meu número do «Terra Nova». Para mais vez ir à procura do texto aqui anunciado, pois os eventos são contados por Historiador credível. Infelizmente, cá nas ilhas temos uns, que são alinhados, nada independentes e partidariamente situados. Daí que quando a gente os lê, terá de o fazer com algum cepticismo. Coitadas das crianças nas escolas. Estão um pouco intoxicadas de inverosímeis históricos. Perdoem-me o desabafo e o à parte que não vêm ao caso, ao assunto ora anunciado no PdB.
    De modo que, quando se trata de artigos históricos da lavra deste autor,(olhem para a fotografia (no alto das crónicas do Atlântico Norte) e adivinhem quem é...) vale a pena lê-los!...É o que eu faço.
    Abraços
    Ondina

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    1. Um braça pela simpatia. Quanto ao rigor, é o mínimo que se pode exigir a um historiador. Ele pode ser bom, mediano ou mau nas interpretações que faz da História. Mas tem de ser SEMPRE rigoroso, sob pena de ser considerado um fiasco. No meu caso, se ponho o máximo rigor nos meus trabalhos sobre coisas portuguesas, tento ainda superar esse máximo nas que faço sobre Cabo Verde. Tem de ser... não há outro remédio...

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