domingo, 15 de maio de 2016

[2179] Mistério gráfico 2: "Mulheres de Pano Preto", uma capa, duas capas (ver post anterior, no mesmo sentido)

Só o nosso amigo Armindo Ferreira, autor, ou a Ondina serão capazes de deslindar este "mistério gráfico" das duas capas do seu imensamente sofrido, corajoso e denunciador livro "Mulheres de Pano Preto", ed. de autor, imp. Uniarte Gráfica, S. A., Porto, Portugal, 2015. No blogue amigo "Arrozcatum", ilustrando a notável crítica de Arsénio Fermino de Pina surge uma capa (ver AQUI), mas no livro que o Pd'B possui encontramos outra - absolutamente iguais em tudo, excepto no lettering do título (o do nome do autor é idêntico em ambas - a que o Pd'B possui é a do lado direito).

Clique nas imagens, para as ver melhor

4 comentários:

  1. Djack, diferença no lettering, sim, resta saber porquê. Mas o conteúdo deve ser exactamente o mesmo. O livro foi muito importante para mim. Há um antes de Mulheres de Pano Preto e um depois, no que respeita à informação e opinião que eu tinha sobre os factos ligados à independência dos dois territórios.

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  2. Querido «Praia de Bote» antes de mais as saudades deste convívio de "diazá"... Andei pelas lusas terras e um pouco arredada do meu "habitat" de bloguista. Só hoje, regressada, vi a pergunta do Djack, em que estou incluída. Meu caro , infelizmente não sei responder pois, de grafismo nada percebo, embora goste quando para ele me chamam a atenção. Estou na linha do Adriano, o conteúdo deve ser o mesmo. Abraços da regressada ao «Praia de Bote». Estou a pôr em dia, a leitura dos artigos publicados.

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  3. Peço imensas desculpas – penso estar justificado pelo comentário da Ondina sobre o assunto – de só agora entrar para responder à questão levantada por Djack Saial que releva da sua capacidade de observação bem patente na natureza dos seus concursos. Só que desta vez nenhum dos elementos do que eu apelido “grupo de intervenção cívico-cultural “ (Valdemar, Zito, Adriano, Ondina, J.FLopes e Djack) poderia responder ao "concurso" que era directamente dirigido a mim. Nem eu próprio tinha tomado fé da diferença entre as duas capas, que explico:
    Como terão visto trata-se de um livro “caseiro”. Edição do autor; composição do autor e capa de um amigo arquitecto – Aureliano Ramos. Só a impressão foi paga. Este amigo enviou-me um conjunto de propostas. Escolhi a que está no convite. Quando chegou a hora de a enviar para a Gráfica, propus uma pequena alteração, que foi aceita, que tinha que ver com o tipo de letras (fonte).
    Na altura dos convites, já não tive qualquer preocupação e escolhi a primeira imagem que era, de certa forma, a original. Só agora verifico a diferença. O Djack tem direito não a um ramo de acácia mas a uma velha “espinheira” inteirinha.

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    1. Caro amigo,
      Entre a roupagem e o corpo do livro, prefiro o segundo, aquele que de facto interessa e que trata de assunto tão doloroso para as comuns vidas da Guiné e de Cabo Verde. Com qualquer destas capas ou com outra qualquer seria sempre um livro importante pela denúncia que faz de um tempo de chumbo.

      Braça com ou sem capa,
      Djack

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