terça-feira, 19 de julho de 2016

[2285] História, Cultura, Património e Turismo Urbano (I) Escrito por José Almada Dias

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5 comentários:

  1. Gostei desta afirmação de Correia e Silva "São Vicente tem fome de futuro, de inovação, de ser diferente do resto das ilhas". o homem da Praia parece que se converteu à magia desta ilha. Eu diria que nos roubaram o futuro!! a ilha/cidade líder do arquipélago vai ter que se contentar com a sua desclassificação?

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  2. Eu diria que apesar da onda de crimes culturais (e nao só) que têm atingido a nossa ilha, o nosso passado ainda tem muito futuro. Leves sinais actuais de "acordamento" parecem indicar isso mesmo. Veremos se isso se confirma, de facto.

    Braça c'sperança,
    Djack

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  3. Os 15 (quinze) primeiros ano da independência cortaram a ilha de São Vicente a oportunidade de continuar a ligação que tinha com aqueles que fundaram a cidade do Mindelo.
    Apesar de estarem com alguma desgaste, ainda existiam os barcos a vela, os restos das infraestruturas de carvão em estado de recuperação, os estaleiros de ex. Wilson ainda funcionavam, Ferro & Companhia estava ainda em actividade, a cidade ainda não estava poluída construções "Clandestinas" portanto, a Galinha com ovos de ouro morreu de morte matado

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  4. "...modo como o invulgar percurso desta cidade-ilha moldou o carácter das gentes de todas as ilhas".
    Folgo-me ouvir isso porque tenho ouvido de muitos que "Os portugueses deram tudo a S.Vicente agora é a vez da Praia". Dai condenarem a ilha a 20 anos de purgatôrio e que dura hà mais de 41.
    O articulista fala de Dji de Sal que pertencia ao Wilson & Son's e eu cito o "Lombe Maclode" que, por sinal, ficava em frente à casa onde moraram algum tempo a sua mãe e os avôs Almada. Este agrupamento de casas pertencia à Miller & Cory's cujo gerente era um tal de Mc Leod.

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  5. Intervenções desta natureza são necessárias para mobilizar as vontades locais e exigir do poder o que lhe é devido.

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