domingo, 14 de agosto de 2016

[2378] Onda de homenagens a figuras prestigiadas de origem cabo-verdiana não para...

Agora foi a vez de o 15 de Tomar colocar na messe dos oficiais um quadro com a efígie de distinto oficial mindelense que ali fez com o devido brilhantismo parte substancial da sua carreira. Mais uma vez, o trabalho foi entregue a Michel de nha Maninha, o artista que está na berra. Agora, porém, o homangeado teve ocasião de escolher para além do pintor (tal como acontece com os presidentes da República) a versão que mais lhe agradou. É ela a que reproduzimos em destaque. Das restantes, por indicação sua, uma ficará nas instalações militares do Morro Branco e a outra na sede do Mindelense, cidade do Mindelo, ilha de São Vicente.



7 comentários:

  1. Ahahahahahh... Djack, acabo de chegar do Arrozcatum onde soube que o tal Michel de nha Maninha andou a dar pinceladas em tudo o que apanha pela frente. Oportunista é o rapaz, que assim vai amealhando umas centenas de euros.
    O mestre Gualdim Pais é que foi aos arames quando viu que o gajo estava a pintar o seu retrato. Disse o templário:- Ó desgraçado, quem te autorizou tal coisa? Achas que és capaz de fazer melhor do que está nessa minha estátua plantada no meio da Praça da República? Achas que consegues reproduzir melhor do que está esse pormenor viril que atrai os turistas?
    Dizem que o pintor cabo-verdiano fugiu a sete pés quando ouviu a ameaça de ser incorporado nas hostes templárias para combater o Daesh. E eu não deixei de pensar com os meus botões: Há mninins de Soncent que é só basofaria...

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  2. Cá p'ra mim, ele sabia que iriam aparecer daí a uns séculos umas Festas dos Tabuleiros e por isso resolveu que o seu seria para sempre o tabuleiro mais vistoso. Vai daí, pediu ao Macário Dinis, o escultor, para lhe o evidenciar. E este, assim fez...

    Braça com montante a rachar o inimigo,
    Djack

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  3. Estou em posição de sentido e enquanto não receber ordens de à vontade não comento.
    Puxa! Tenho de assentar praça para poder saber como devo lidar com um militar desta patente. Também gostaria de saber como se pode "obter" algumas dessas medalhas para desafiar o Idi Amin. O Bakassa tambem gostaria de ganhà-las.
    Força !!!

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    1. Há uma diferença substancial entre estas medalhas e as dos dois rapazes citados. É que as que aqui observamos resultaram de muito sacrifício e suor gasto, enquanto que as dos outros dois vieram directamente da loja para as suas fardas. Abaixo o Idiota Amin e o Boa Caça (incluindo a de carne humana)!!!

      Braça teatral,
      Djack

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  4. O Val falou no Idi Amin e Bokassa com alguma razão. É que há qualquer coisa dos dois na expressão do rosto pintado pelo Michel de nha Maninha, sobretudo o último. É caso para se dizer que quem vê cara não vê coração... Vade rectro sinistras figuras!

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  5. Mencionei os dois laràpios porque eles compravam as medalhas nas lojas especializadas. Quando havia um lugar fazia no peito tinha de ser prenchido. Mas estas, ganhas no campo, os gajos não podiam comprar.
    Os dois safados tiveram triste destino como sabem.

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    1. Claro que eles as compravam na Feira da Ladra, Val. Assim como se impuseram a si próprios estrelas de general e marechal. E vieram de cabo ou sargento,sem instrução escolar que os habilitasse para os cargos que assumiram. Infelizmente, essa estirpe de gente ainda sobrevive em África.

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