terça-feira, 18 de outubro de 2016

[2676] Os perigos da colheita da urzela, antiga riqueza de Cabo Verde

Do "Almanach de Lembranças Luso-Brazileiro", editado em Lisboa, em 1870. Repare-se no último parágrafo...



5 comentários:

  1. Muitos anos passados, ainda tenho arrepios ao me lembrar de certos lugares onde alguns santantonenses iam cultivar um pedaço de terra aràvel.

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  2. Quáse 150 anos mais tarde, em vez destes míseros africanos, há os míseros colombianos e costa-riquenhos que apanham as bananas para as multinacionais americanas... E outros míseros que apanham café, que apanham cajú, que apanham chá, que apanham café, que apanham algodão, que apanham diamantes, que colhem!

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  3. Aquele "Que de desgraças" vem de um tempo em que o francês era a nossa segunda língua. Hoje já quase ninguém o fala por cá. E é muita pena...

    Braça avec finesse,
    Djack

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    1. Esqueci-me há pouco de dizer o seguinte: claro que para os falantes de crioulo seria a terceira, caso frequentassem o Gil ou o Adriano.

      Braça poliglota,
      Djack

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  4. Nada acrescento ao comentário do Zito, que diz tudo o que importa extrapolar. É a condição humana e o que a define na sua dimensão simultaneamente trágica e sublime.

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