terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

[2852] Baltasar Lopes/"Chiquinho", em Almada, em 2017

Foto do acervo de Valdemar Pereira

E, JÁ AGORA, QUE NINGUÉM NOS OUVE, SABIA QUE "CHIQUINHO" É, NEM MAIS NEM MENOS QUE UM LIVRO "INFANTIL"? SE NÃO SABIA, FICA A SABER...


5 comentários:

  1. O que só o engrandece. «Chiquinho» pode ser considerado um romance infanto/juvenil e de muito bom proveito e exemplo. Interessante é que dizia isso aos meus alunos no Liceu, que era um romance com aquelas características e igualmente bem recomendado a leitor adulto. Logo, uma obra de leitura tansversal em termos geracionais.
    «Chiqunho» continua a ser referência incontornável na Literatura cabo-verdiana. E intemporal pela sua enorme qualidade literária.

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  2. Subscrevo, na sua totalidade, o que diz Ondina Ferreira e nada mais acrescento por razões óbvias. Só lamento a omissão de outros comentaristas. Mais ainda os daqueles que não reconhecem o valor de Baltazar Lopes da Silva talvés por não ter nascido numa outra ilha, numa outra época.

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  3. Sim, Ondina, o Chiquinho é tudo isso. Mas, no nosso tempo de liceu, não me lembro de algum professor ter falado no romance. Bem, percebe-se...

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  4. O que virá por aí? O que anda a preparar o nosso amigo Saial? Cá fico impacientemente a aguardar por esse programa e calendário! Será certamente um evento claridoso a não perder!

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    Respostas
    1. Nada de muito espampanante, nada de "fireworks". Uma exposição de 40 livros de claridosos (os que a logística municipal permite nos expositores seguros existentes), em primeiras e seguintes edições, e dois dias de palestras sobre Baltasar Lopes, Jorge Barbosa e Teixeira de Sousa, por gente a eles habituada.

      É a possível homenagem almadense, que a ela não era obrigada mas que com gosto a deseja fazer.

      Espero a vossa presença, certo de que o produto a "vender" será de primeira qualidade.

      Braça claridosa,
      Djack

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