segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

[2862] Funeral do Zito Azevedo

Funeral de Zito Azevedo hoje, pelas 14h30, da Igreja do Monte Abraão para o cemitério de Queluz.

11 comentários:

  1. Jà que não poderei estar presente, das 14,30 às 15hs o telefone fica desligado e estarei incomunicàvel com qualquer terreste.

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  2. Em Cabo Verde e da cidade da Praia, estarei e estou em pensamento convosco a acompanhar o nosso Zito à sua última morada. Como já havia dito: que os anjos o acompanhem e Deus o receba. Requiescat in pace!

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  3. Da Italia estaremos a pedir a Deus que de paz à sua alma e força à sua esposa para aceitar os designios de Deus. Haydée e Fernando

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  4. Estava convencido que o funeral seria para amanhã já que não houve informação a este respeito. O blogue ArrozCatum teria sido um sítio ideal para colocar a informação para os milhares de amigos do Zito e fãns de ArrozCatum. Eu pessoalmente teria tentado lá estar para uma última homenagem. Que a terra lhe seja leve.

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    1. Sei que onde estiveres levaras Zito contigo pirque Zito e o amor a Cabo Verde se confundem

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  5. Foi por um triz que também não faltei ao funeral do Zito, José. Como não recebi nenhum mail, admiti que seria na terça-feira e que a todo o tempo alguém confirmaria. Mas a verdade é que o Artur Mendes telefonou-me ontem à noite, sem que eu pudesse ter atendido porque o telemóvel estava fora das vistas. Felizmente, reiterou a chamada esta manhã e dessa vez atendi. Apressei-me e pude chegar a tempo. Senti-me bem em dar um braço de solidariedade à esposa, Maiuca, filhos, irmão e restante família. Melhor ainda por acompanhar o nosso Amigo à sua última morada. Acreditem que no trajecto para a sepultura veio-me aos ouvidos a voz doce do Zito a entoar a morna Bia di meu, de B. Leza, daquelas gravações que fez nos estúdios da Emissora Nacional em Lisboa, no já longínquo ano de 1969. Estava no pleno da sua juventude, e a sua voz intensa e melodiosa emprestava tonalidades especiais à morna. Sou leigo na matéria, mas acho que a fazia espraiar entre a solidão do mar da Brava e a solenidade da Sé Velha de Coimbra. Pedi ao Saial para as postar no PdB por um destes dias.
    Até sempre, Zito!

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    1. Me sinto representada na presença de vocês.

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    2. Hora di Bai,
      Hora di dor!
      ....

      Agradeço de coração a todos os presentes no funeral que me ajudaram e e se preocuparam com "susto" que me assolou no
      cemitério. Obrigado Dr Abílio Alves.

      Mantenha

      Amendes

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    3. O Artur saiu um bocado do mundo e assustou-nos, de facto, durante dois ou três minutos. A gente a querer que ele se deitasse no banco e ele sentado e agarrando com a mão esquerda uma das ripas como se estivesse colado a ela com cola de ferro. Nada de se deixar deitar, teimosamente sentadinho. Mas eu que sou filho de marinheiro, já percebi a coisa. Ele julgava-se agarrado à roda do leme do "Ernestina" e não queria largá-la, como se estivesse a rumar ao vasto oceano por onde o Zito já andava. Felizmente, faltou o vento, entrou em zona de calmaria, o Artur arrependeu-se e voltou cá abaixo de novo, para mais uns anos de bibliotecas e arquivos. Ufffa, que alívio tivemos todos!

      Braça com velas recolhidas,
      Djack

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