sábado, 28 de abril de 2018

[3743] Saiu ontem, na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, a revista "Convocarte" n.º 3, em papel. Nela, pode ler-se o artigo de Joaquim Saial "Arte pública escultórica do período colonial em Cabo Verde"

Ontem, 28 de Abril de 2018, entre as 18 e as 20h00, foi lançado o n.º 5 (ainda online) da revista "Convocarte" da Faculdade de Belas Artes de Lisboa, no Auditório Lagoa Henriques daquela instituição universitária. Em simultâneo, foi posto à venda o n.º 3 (em papel), numa limitadíssima (e em breve rara) edição de 100 exemplares. Neste n.º 3, pode ler-se, entre muito material de grande interesse para quem se interessa pelas Ciências e História da Arte, o texto "Arte pública escultórica do período colonial em Cabo Verde", de Joaquim Saial, texto de 19 páginas que havia sido publicado em 2017, em fascículos, no jornal "Terra Nova", de Cabo Verde.

Como se compreende pelo texto acima, esta revista sai primeiramente online e no ano seguinte é lançada em papel, apenas para oferta aos autores, para distribuição por universidades e bibliotecas da especialidade, em Portugal e no estrangeiro, e para ir parar às prateleiras da biblioteca de um ou outro interessado que consegue ter acesso a ela.

Aqui ficam, portanto, sinais do evento de ontem e excertos do editorial e do artigo em causa. Quanto aos amigos do Pd'B (os que têm o bom hábito de colaborar com regularidade no blogue), esses já receberam os três textos que escrevemos na "Convocarte", incluído o da n.º 5, "Arte pública escultórica na Avenida da Liberdade, Lisboa: o que há, o que houve e o que foi havendo..." que só sairá em papel em 2019.

Apresentação da revista na FBAL


Editorial

Excerto do editorial


10 comentários:

  1. Djack, parabéns pelo merecido destaque dado ao teu importante e único artigo até hoje publicado sobre a arte em Cabo Verde. Penso que mo enviaste há algum tempo, mas não o consigo encontrar entre a profusão do material online que tenho arquivado. Tens possibilidade de mo enviar de novo para o poder reler na totalidade?

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    1. Ao que sei, e com esta envergadura de investigação, é de facto o único sobre arte pública cabo-verdiana, para este período. Outros, terão sido escritos sobre assuntos de arte, nomeadamente alguns textos biográficos acerca de pintores e sua obra.

      Quanto ao texto completo, vai já seguir em alta velocidade para Tomar.

      Braça textual,
      Djack

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    2. Material já voou para Tomar. Só não sei se caiu algures no Nabão, no 15 ou no Convento de Cristo. Sai já de casa e vai ver se o encontras, ahahaha

      Braça com pombo correio,
      Djack

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    3. Djack, recebido e chegou são e salvo. Obrigado!

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  2. Isto é que é trabalhar !!!
    Se Ponta de Praia e e Praia de Bote não existissem tinhamos de os inventar.
    Não me lembro de ter lido este trabalho, dificl deenxergar aqui. Li tantos do autor incansàvel...

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    1. Tal como para o Adri, o material vai já voar, mas agora para Tours.

      Braça française,
      Djack

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    2. Já seguiu. Leitura garantida.

      Braça com rapidez,
      Djack

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  3. De regresso a Praia de Bote após uma semana em cabo Verde longe das lides ceibernéticas. É curioso que estando lá distraímos tanto talvez seja a razão para a pouca frequentação.
    Dou parabens ao Djack por este grande trabalho. Agora terá que viajar até Cabo Verde para a sua divulgação na Tapadinha.

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    1. Um dia, pode ser.

      Braça textual,
      Djack

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    2. Material já foi em alta velocidade para Aveiro.

      Braça com rapidez,
      Djack

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