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Mas tudo muda neste mundo que é composto de mudança... Ora veja-se como a pesca do tubarão apenas com interesse para o corte das barbatanas é mal vista nos tempos actuais e com razão. Clique aqui. Terá ido assim por água abaixo este comércio que se previa florescente mas que nas ilhas não deve ter tido grande duração nem proveitos por aí além.
E já que estamos a falar de mar, num sistema de dois em um, passemos ao sal... do Sal. Com "Manelica" do senhor José Manuel Lopes (que ainda conheci) e tudo, navio saudoso do qual falarei mais detalhadamente noutra altura, devido a abalroamento que sofreu provocado por uma distraída fragata de guerra portuguesa... em pleno cais acostável. A notícia a seguir, é do mesmo dia da anterior.
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| "Manelica", no cais acostável (clique na imagem) |
Sal, salzinho do Sal, de Pedra Lume, exportado de Cabo Verde para a Guiné, em plena guerra colonial que aqui começara em Janeiro de 1963, quatro anos antes. O "Manelica" (navio de S. Vicente) levava-o para a Praia, de onde outras viaturas aquáticas o transportariam para Bissau. Algum desse sal terá decerto temperado marmitas do PAIGC no mato... Enfim, uma pequena história das muitas que aqui o arquivo caseiro do Djack dispõe sobre coisas de nôs terra e que irão saindo dele a pouco e pouco.




