terça-feira, 5 de abril de 2022
[6391] Aproximam-se os 10 anos da desaparição física de Zizim Figueira
A 21 e Julho deste ano, completam-se 10 anos sobre a morte de José "Zizim" Figueira. Nunca o conheci pessoalmente, mas ainda trocámos mensagens diversas vezes e li sempre com imenso agrado as suas histórias mindelenses, cheias de bonomia e sentido picaresco, redigidas no maravilhoso crioulo da ilha do Monte Cara. Uma década depois, ainda não se conseguiu publicar em livro esse espólio, hoje mais ou menos esquecido e só passível de ser lido num ou outro local da internet onde sobreviveu. Era bom que as "stórias mindlenses" do Zizim viessem de novo para a rua, assim honrando a memória desse prestigiado filho da nossa ilha. Quem o fará?
segunda-feira, 4 de abril de 2022
[6381] Cabo Verde em Vila Viçosa, Portugal
O Padre Ilídio Graça, natural da ilha de São Nicolau, preside à paróquia de São Bartolomeu, em Vila Viçosa, com geral agrado dos paroquianos. Aqui, na procissão dos Passos da Paixão, a 3 de Abril. Cabo Verde em Vila Viçosa, portanto... Fotos da Rádio Campanário, emissora local.
Outra figura de São Nicolau que por ali costuma aparecer é o grande Paulino Vieira.
[6380] Foi por volta de 1969. O carimbo não é explícito na data, mas o selo foi lançado em 17 de Fevereiro de 1969
E portanto, segundo a Sociedade Luso-Africana, o leitor deve preferir sempre os rádios Sony. Assim seguiu a carta com essa propaganda para a D. ---- ------- (sabemos a identificação da senhora, mas, tal como habitualmente, preferimos não referir nomes) que residia em Achadinha, Praia, ilha de Santiago.
[6379] Fotografias para a esquerda ou para a direita ou a falta de cuidado (ou de seriedade intelectual) de quem as coloca na Internet
[6377] Em Setembro de 1914, um 2.º sargento cego e bronco passou pelo Mindelo...
O sargento estava em trânsito para a África longínqua, possivelmente para Angola ou Moçambique. A guerra estava no início e Portugal ainda não tinha entrado oficialmente nela, mas já havia tropas a seguir para as grandes colónias africanas, onde se combateu e morreu antes de a Alemanha declarar guerra dois anos depois ao pequeno país da ponta da Europa.
Acontece que o navio mercante onde o sargento C. seguia, parou dois dias em São Vicente e este escreveu ao irmão que vivia em Lisboa e era empregado comercial (isso descobrimo-lo nós, por outras vias). E o militar, a única coisa que soube dizer ao mano Alfredo foi o que se pode aqui ler. O homem, para além de bronco, era cego, pois no Mindelo só via "pretos e pretas". Tinha era uma bela letra e apelido italiano, mas lá que era bronco e bem bronco, lá isso era...







































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