domingo, 1 de julho de 2012

[0195] João Branco

JB. JB pode ser marca de whisky. Mas também pode querer dizer "Jamaica Blues", se nos referirmos à velha musiquinha de Azie Lawrence. Ou "Já boue", se for um luso-nortenho a explicar que já vai. Enfim, muitas são as possibilidades jotabescas das duas letras que no caso querem apenas dizer João Branco. Poderíamos juntar-lhe antes um E de encenador e a coisa estava feita. E se mais adiante agregássemos um A, estaríamos perante um Encenador João Branco Aniversariante... Enfim, ginástica de palavras... 

Ora, para comemorar a data, aqui vai um documento dele, quando o rapazin tinha menos 10 anos. Oferecido à entrada do Auditório Nacional da Praia, algures em Abril de 2002, numa noite tépida e de casa cheia. Vinha a rapaziada do GTCCPM mostrar-se à capital e aqui o PRAIA DE BOTE teve a sorte de estar na cidade em lançamento de livro e ir ver o espectáculo com amigos, de bilhete oferecido. Noite memorável, sem dúvida. Beckett, em som crioulo e com direcção branquesca, só podia agradar. Menos lhe agradou saber que o Auditório, feito pelos chineses, tinha então (e talvez ainda tenha) encaixes de lâmpadas onde só cabiam luminárias vindas da China... Verdade? Mentira? Não o sabe o PRAIA DE BOTE que vende a stóra como lha venderam e era gente de respeito... E que para as substituir, estas tinham de ser mendigadas na respectiva representação diplomática, por não estarem à venda em nenhum local de Cabo Verde... 

Cá ficam então as quatro páginas mais importantes do documento, religiosamente guardado junto a cento e tal livros cabo-verdianos, no lado mais sabe da nossa biblioteca.







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