quinta-feira, 27 de março de 2014

[0792] Mais Eden-Park... e nunca é demasiado

Foi Manuel Marques da Silva (filho do fundador da saudosa e malograda casa de espectáculos) quem enviou o cartaz ao nosso amigo Valdemar Pereira. Este remeteu-o para o Zito Azevedo e o Zito mandou-o ao Praia de Bote que lhe melhorou o aspecto gráfico esbatido e aqui o coloca para o Mundo o ver. Isto, porque o Eden Park, mesmo assassinado, para nós e para milhares de cabo-verdianos de bom tom, boa cabeça e bom espírito nunca morrerá. Mesmo que seja em memória. Mesmo que seja em cartaz.

Infelizmente, a data do papelinho é desconhecida. Mas através dos nomes que ali se lêem e que eram de crianças da altura, a coisa remete para os médios ou finais 50 ou inícios de 60. Quem souber que faça as contas. Eu já escrevi à Zilda Barbosa a perguntar. Veremos se ela me responde e quando. Logo se verá. Entretanto, já remeti o documento para o Arquivo do Mindelact, lá na plurim d'virdura. Com indicação de quem o disponibilizou ao Pd'B, obviamente.


3 comentários:

  1. Pois! E os detractores insistem em considerar o Eden Park uma coisa qualquer.

    Pelo que me concerne afirmo que foi quando se decidiu ajudar um estudante em Portugal que o primeiro sarau do Castilho virou teatro de sucesso naquela universidade popular sita na Praça Nova onde anos antes (ao lado) começou a aventura do Liceu em S.Vicente.
    Quem quiser saber a história toda que compre o livro onde poderão saber mais sobre esse emblema
    Braça de reconhecimente e tcheu sodade

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  2. Não podemos nos cansarmos de maneira nenhuma. Quanto mais falarmos melhor

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