terça-feira, 15 de abril de 2014

[0819] São Vicente: mercado distribuidor precisa-se! Mais uma reportagem de Zeca Soares

Zeca Soares
As duas ilha irmãs "gémeas" São Vicente e Santo Antão são as que, a nível nacional, têm o maior intercâmbio de movimento de gente e mercadorias. Este movimento foi há alguns anos estimado em cerca de 90.000 pessoas por ano, estando hoje de certeza este numero ultrapassado. Com o melhoramento das infraestruturas portuárias, com outros tipos de navios com maior facilidade de movimento de cargas, os empresários carregam as suas viaturas com mercadorias em São Vicente, sendo na maior parte em bens de consumo ou materiais de construção, materiais esse que vão directamente para um estabelecimento comercial ou um armazém em Santo Antão.

No entanto o inverso, ou seja de Santo Antão para São Vicente, na maioria das vezes acontece neste descampado em que as descargas são feitas ao sol e rodeadas de poeira, com todos os inconvenientes que essa situação acarreta.

Era no Mercado Municipal que os produtos agrícolas vindos de Santo Antão eram descarregados, mas agora impõe-se a necessidade de se encontrar alternativa mais digna, uma vez que este estado de coisas não deve continuar. Mindelo e Porto Novo agradecem.   
    




2 comentários:

  1. Espero que esta fraterna relação continue fortalecendo cada dia mais e que soluções mais viàveis apareçam sem intrigas e grandezas "déplacées".
    Muito muito se fez e não hà razão para que o progresso não continue.
    Um brécinha pa ocês tude nhas ormon d'Sintontom

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  2. Eu não posso deixar de felicitar o Zeca Soares pela colaboração que vem dando ao PdB. Esta reportagem é de grande pertinência e oxalá o recado chegue a quem de direito. Não identifico bem este pseudo cais de descarga. Desgosta-me muito que isso seja uma realidade, do mesmo modo que me escandalizam essas casas de tijolos por rebocar, feitas sem aparentemente sem qual regra ou imposição, sem uma ideia de projecto acabado e autorizado. Vêem-se por todo o lado e em alguns casos


















































    Felicito o Zeca Soares pela boa colaboração que vem dando ao PdB. A reportagem é pertinente e oxalá o recado chegue a quem de direito. Desgosta-me não só este insólito lugar de descarga de mercadoria como a visão dessas casas de tijolos sem reboco e aparentemente construídas ou ampliadas ao sabor de cada um. Isto tem de acabar porque está a dar cabo da imagem das nossas ilhas.






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