segunda-feira, 11 de agosto de 2014

[1036] Pronto, pronto, aqui está bebida para todos, pronto, não chorem mais, sobretudo o Adriano...

Como tenho mais que fazer e não estou para andar sempre a caminho da Capitania e da Staçom para libertar estes sujeitos que parecem tubarões atirados às minhas ofertas e são capazes de se esmurrar por um toffee, aqui fica uma caixa de Johnnie Walker trazida não pelo Tói de Lulu mas pelo sr. Américo Medina, directamente do "Mauretania". Mas é só uma garrafa para cada um, ouviram? E das que sobrarem, uma pelo menos é para a Maria Salema e outra para mim. O resto, distribuam na Praia de Bote.


3 comentários:

  1. Se a caixa entrou em S.Vicente, foi importada por uma das casas comerciais da praça pois, como venho dizendo aqui, os ingleses da Western importavam o seu scotch em pipas de carvalho com mais de dez anos. Quando vazias, eram cedidas aos produtores do grogue de Santo Antão para o envelhecimento do nectar made in Paul.
    Isso nem devia custar caro porque a WTC não precisava dos vasilhames.
    V/

    P.S. - Vai a receita. As criadas ficavam surpreendidas por o patrão (que vivia so) misturar e bebia (diariamente) uma garrafa de gin e duas de grogue. Puffff !!!

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  2. E, já agora, eu pefiro uma botelhas de Rare Spey Royal, que só o Raúl Caires vendia...Era uma pomada das boas e, melhor, só o Whyte Mackays de 20 anos que tive a oportunidade e a felicidade de provar aqui há uns anos...
    Mas, ó Val, isso não é a fórmula da dinamite?!

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  3. Agradeço penhoradamente a garrafinha de scotch, amigo Djack. Por acaso, comecei a beber do assunto bem novinho, para aí aos 3 aninhos. Num dia de Natal, o meu pai estava a beber e deixou ao meu alcance o copo que pousou sobre uma mesinha. Vaí daí, aproximei-me, meti o copo na boca e consegui emborcar um ou mais golos, sem que ninguém se apercebesse. Apanhado em flagrante, porque comecei a tossir e a ficar vermelho e descontrolado, o meu progenitor pôs-me ao colo e a minha reacção foi morder-lhe a gravata. Levou-m até à rua para apanhar ar fresco e a bebedeira acabou por acalmar-se. Claro que não me lembro de nada, mas foi o que os meus pais me contaram anos mais tarde. E a minha mãezinha haveria de se lembrar desta cena não há muitos anos ainda. O meu pai nem era homem dos copos. Mas como era Natal deve ter resolvido beber um trago para dar stile.

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