segunda-feira, 6 de julho de 2015

[1575] "Assalto" à Torre de Belém

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8 comentários:

  1. Desejaria que se aproveitasse o presente para construir o futuro ao invés de se continuar a evocar o passado, como única e última realidade...

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  2. Curioso, desapareceu o comentário que ontem meti aqui.

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    1. Impossível! O Pd'B não apagou nenhum comentário (antes pelo contrário, tomáramos nós que houvesse milhões deles). Acontece é que não deves ter concluído o processo. Há que repeti-lo.

      Braça não apagadora,
      Djack

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  3. Bem, então vou tentar reconstituir o meu comentário de ontem. É possível que eu tenha cometido um erro qualquer.
    Ontem disse que apreciei o aspecto exterior desta “tropa” cabo-verdiana, e da nossa ilha em particular. Aliás, sempre que vou a S. Vicente agrada-me o que vejo a nível de compostura e aprumo dos militares em público. Não vejo qualquer diferença em relação aos padrões europeus e, se alguma existe, é a favor da tropa cabo-verdiana. Os soldados exteriorizam em público um ar de dignidade e orgulho pela farda que envergam.
    Gostei igualmente de ver a apresentação e o estado de asseio e arrumação dos quartéis da Chã de Alecrim e do Morro Branco, este último através de um vídeo que estava agregado ao do post. Mais, surpreendeu-me ver nesses aqurtelamentos espaços ajardinados muito bem cuidados, e bem assim alguma arborização judiciosamente seleccionada. Quem não soubesse, pensaria estar a ver aquartelamentos de países europeus.
    Os vídeos que eu visionei mostraram-me um grande cuidado posto na recepção de visitas de altas entidades: ministros da defesa de Cabo Verde e de Portugal e o presidente da república de Cabo Verde. As salas dos briefings apresentavam os requisitos necessários e um ar adequado ao momento.
    Em suma, a instituição militar em Cabo Verde parece reger-se por altos padrões de exigência. Se o digo é porque sei do que falo, pois sou militar.
    Só não gostei muito de ver a réplica da Torre de Belém (dos poucos importantes patrimónios que restam, e talvez o mais valioso) ser aproveitada para exercício de rapel. As solas daquelas botifarras a esparramarem-se nas paredes desse património…. Não havia necessidade.

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    1. Concordo plenamente, em especial com os dois últimos parágrafos escritos pelo Adriano. Não havia necessidade de fazer aquilo, num edifício daqueles. Ou então colocava-se uma tela por ali abaixo - fixa em cima e na base, para evitar algum acidente -, para proteger a parede. Dá mau aspecto, sem dúvida! Revela desrespeito pelo património.

      Braça em peúgas,
      Djack

      E atenção, comentadores, os comentários do administrador do Praia de Bote não contam... para a conta dos cinco. Donde, neste post ainda faltam três comentários de três comentadores diferentes. E nos anteriores, nem se fala...

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  4. Este aqui me passou não percebo como. Jà porque penso ser assiduo jà porque sou um grande admirador de militares disciplinados, aprumados, desde que, menino, vi as Tropas Expedicionàrias quando chegaram a S.Vicente.
    Braça com peúgas e botas limpinhas, brilhantes

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  5. Zeca de Tchã de Licrim7 de julho de 2015 às 22:10

    Podia-se por exemplo fazer rapel no estádio Adérito Sena. Também acho que a antiga Captania merecia mais respeito. Naquela terra ainda nao aprenderam bem o que é património.

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  6. Dá prazer abrir este jornal e verificar como os assuntos da nossa terra são carinhosamente tratados pelo senhor Saial. Bem haja e continue com o seu trabalho.

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