segunda-feira, 13 de junho de 2016

[2201] Luís Sepúlveda em Lisboa, mais uma vez

Na mochila já ia, bem acondicionado, o "Chiquinho" desvendado em post anterior. E mais cinco livros do Luís Sepúlveda... No sábado passado, fui o segundo da enorme fila de admiradores do escritor chileno que levaram à Feira do Livro livros de sua autoria para pedido de autógrafo. A senhora da frente, com dois exemplares do mais recente; a que estava atrás de mim exibia outros tantos, de títulos anteriores. 

E na curtíssima conversa que durou enquanto ele autografava os livros que lhe levei, houve tempo para saber que gosta muito da obra do Germano Almeida - coisa qua não é nada difícil de acontecer mas que vinda de autor tão aclamado me agradou sobremaneira. A "História de um Cão Chamado Leal" é um do melhores dos últimos tempos e retoma de certo modo a "História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar" e a "História de um Caracol que Descobriu a Importância da Lentidão". Este do "Leal" acaba mal mas ao mesmo tempo bem... coisa que só resulta se lida, nunca contada. Para os nossos visitantes, aqui fica o book, com os autógrafos de escritor e ilustrador (o português Paulo Galindo), mais uma longa e saborosíssima entrevista, desse mesmo dia... a considerar pela camisa sepúlvedica verde, a mesma com que o vimos.
Ver entrevista, AQUI




8 comentários:

  1. Infelizmente, não conheço a bicharada do Senhor Sepulveda que deve ser uma optima pessoa e um mui bom autor, para merecer um "post" no PdB...
    Braça ignorante
    Zito

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    1. Bem, então é tempo de começar a adquirir os... 25 livros já saídos em Portugal (dois deles em parceria com outros autores).

      Braça chilena,
      Djack

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  2. Djack, o problema não é adquiri-los, é ter ainda tempo para os ler. Digo isto porque tenho muitos livros em casa que ainda não consegui ler e já concluí que não vou ter tempo para isso. A não ser que viva até aos 110 anos.Tenho de perguntar, por artes mediúnicas, ao cineasta Manoel Oliveira, como conseguiu chegar tão longe. E mesmo assim não deve ter conseguido ler tudo.

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  3. Há que seleccionar, meu caro, e nunca comprar um sem ter lido o anterior. Essa é a minha máxima. E tem resultado. Tudo que aqui está nas prateleiras já foi lido pelo menos uma vez. Alguns nunca mais voltarão a ser lidos. Outros, porém, têm leitura recorrente, alguns mesmo muitas vezes. Mas o que são 25 livros para uma vida com a tua que ainda verá muitas luas e muitos sóis?

    Braça com futuro,
    Djack

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  4. Logo vi que o Sepúlveda, sabia qualquer coisa sobre nós! Afinal conhece a obra de Germano...
    Estou com o Adriano, tantos livros para ler! e tempo para o fazer? Também bem gostaria. De Luís de Sepúlveda li e recomendo «O velho que lia romances de Amor»
    Mas o que queria dizer e desejar ao Saial, era o seguinte: que a sua estrelinha da sorte não o deixe. Já viram como ele anda? Feito um sortudo? Em quase tudo em que se abalança? Sim senhor!
    Abraços

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    1. Muito mais energia aplicada e trabalho que sorte...

      Quanto ao "O Velho que Lia Romances de Amor", é também um dos meus preferidos, com aquela cena magistral de início em que o dentista Dr. Rubicundo Loachamin trata as queixadas dos habitantes de El Idílio e que ali ia duas vezes por ano, já com dentaduras postiças preparadas. Grande história, bem contada.

      Relativamente ao conhecimento que o Sepúlveda tem do nosso autor, parece-me que vem dos Encontros de Escritores de Expressão Ibérica, "Correntes de Escrita" da Póvoa de Varzim. É aí que a nata dos escritores lusófonos e de língua castelhana se tem encontrado e criado e fortalecido amizades.

      Braça com letras,
      Djack

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  5. Falem, falem !!!
    Não posso dizer que tenho vergonha. Mas a culpa é de estar longe de vocês todos e não ter nenhuma biblioteca perto. Outra coisa é não ir mais vezes a Lisboa ou ao Mindelo e, ainda, não fazerem um preço especial para transporte do que é Cultura.
    Braças aos sortudos.
    V/

    P.S. - Com um amigo falamos de um livro que ainda não tinha lido ("Entre duas bandeiras" de Teixeira de Sousa). Decidi ir a Paris comprà-lo. Fui de Comboio a Alta Velocidade (TGV), depois à Livraria (venderam-mo pelo dobro do preço). Em Paris passei 24 horas e regressei tendo acabado a leitura quase ao chegar a Tours.
    ... e deixei o livro no comboio.

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    1. Bolas, isso é que foi azar. Dava um bom livro escrito pelo Sepúlveda.

      Braça azarenta,
      Djack

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