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domingo, 31 de dezembro de 2017
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
[3331] Cabo Verde (?), no Portugal dos Pequenitos, Coimbra
Não nos vamos deter em explicações sobre o que é o "Portugal dos Pequenitos", espécie de parque temático da história e arquitectura portuguesa (e das antigas colónias), em Coimbra. Há um site AQUI e muita informação na Internet, para quem desejar aprofundar o assunto. Limitamos-nos a colocar este postal ilustrado e por aqui ficamos, em termos de palavras... Veja-se também esta foto AQUI, muito mais recente que a do postal ilustrado mas que a confirma. Rematamos, com um "Palavras, para quê?"

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
[3322] Em Janeiro, no "Terra Nova", artigo de Joaquim Saial sobre Manuel Lopes nos EUA...
É em Janeiro, no "Terra Nova", em mais uma "Crónica do Norte Atlântico". Artigo sobre a passagem de Manuel Lopes pelos EUA, onde deixou rasto, numa altura em que já trabalhava em Lisboa, na Western Telegraph, depois de ter passado profissionalmente pelo Faial. Não estão a ver fumo a sair dos vossos monitores, como se se tratasse de um vapor a chegar ou a partir da baía do Porto Grande? Só que aqui é fumo de teclas manuelopêscas... clac, clop, clac, clop, clop, scliiiiim, clap, clap...![]() |
| Escritor Manuel Lopes |
[3321] Cap Vert, un coin do monde très charmant...
Um homem cujo nome não conseguimos decifrar (marido ou irmão, pensamos nós, de uma Solange), escreve para o papi e a mamie talvez em França. E envia-lhes um bom-diazinho das ilhas de Cabo Verde (diga-se, São Vicente...) que teve o prazer de visitar: "C'est un coin do monde très charmant". Tradução, para quê? Posto isto, aqui o Pd'B aplaude em pé, batendo palmas com ambas as duas mãos, uma e outra e os 20 dedos, durante 10 minutos...
[3320] Mais uma imagem da Rua de Lisboa, em breve Rua de São Silvestre...
Em breve, daqui a quatro dias, a Rua de Lisboa será Rua de São Silvestre... por um dia (melhor dizendo, por uma noite). Ela aqui fica, a Rua que une Cabo Verde à capital portuguesa, através do Atlântico e do Tejo. Pode ser até que algum dos nosso colaboradores reconheça aquele carro ali à esquerda, sabe-se lá...
[3319] Ainda a comemoração dos 70 anos de "Chiquinho" de Baltasar Lopes, em Almada. Uma nota simpática com sabor de crítica... e com razão!
É claro que quem tem possibilidade de fazer algo útil, o deve fazer... Foi o que eu fiz, quando inventei esta homenagem que teve a colaboração de mais um alentejano (poeta) e uma alentejana (professora). Pode pois parecer esquisito três alentejanos, dois dos quais nunca pisaram tchom de Cabverd se meterem nesta empreitada que parecendo que não deu trabalho que se fartou. Não falando em convidados que alinharam na ideia, na Câmara Municipal de Almada que deu instalações e propaganda e na Embaixada de Cabo Verde que forneceu a música. E da parte dos organizadores e convidados tudo pro bono - que é o mesmo que dizer que não auferiram um cêntimo (nem um tstom) pela coisa. Mas esta lá se concretizou e está acabada com o sucesso possível.
Mas estranho, estranho mesmo, é não ter havido mais nenhuma no género em chão luso. Pelo menos que o Pd'B saiba. Se houve, teremos todo o gosto em divulgar os seus resultados aqui no blogue. Até porque "Chiquinho" e Baltasar Lopes não são quaisquer uns...
Quanto ao comentário do Adriano, já sabemos como ele é generoso. Mas abstraindo o elogio ao Djack (nosso amigo comum), o que ele diz sobre o "Chiquinho" é verdade, verdadinha. Sem dúvida.
O post 3306 do Praia de Bote (ver AQUI) assinala o encerramento da homenagem que foi prestada ao romance "Chiquinho", por iniciativa de Joaquim Saial.
Só agora pude ir comentar, porque afazeres familiares natalícios me impediram de o fazer antes.
Escrevi este comentário:
O Joaquim Saial, proprietário deste blogue, o nosso "Djack", não tem nada a agradecer, como faz na parte final deste post. Quem tem a agradecer é o povo cabo-verdiano, resida ele nas ilhas ou nas comunidades fora do país. Ou seja, nós é que estamos todos gratos por esta sua iniciativa cultural, e que é também cívica, de homenagear o romance Chiquinho, uma obra literária que é de um simbolismo lapidar nas letras e na história de Cabo Verde.
Ainda por cima, a iniciativa realizou-se fora do país, o que não quer dizer que seja um repto aos que por dever de ofício deviam tomar a dianteira em actos desta natureza. Quer simplesmente dizer que o romance transcende as fronteiras físicas do território onde teve o seu berço para se tornar, por mérito próprio, uma referência no universo cabo-verdiano, onde quer que o povo lance a âncora da sua viagem. E a âncora tem esse desígnio, ou esse destino, de demandar todos os lugares do mundo onde o povo das ilhas se fixou e continua a fixar-se em busca de uma vida mais a contento dos seus anseios e dos sonhos que povoam o seu imaginário de não ceder ao infortúnio e às dificuldades da vida. O romance Chiquinho é um romance de todos porque foi escrito para todos, independentemente do grau de instrução escolar, porque a narrativa que contém é inteligível por qualquer um, visto que o que desfila nas suas páginas é como um palimpsesto, onde transita uma história de luta e sofrimento mas também de esperança e inconformismo. Ontem, uns foram protagonistas e deixaram nele o seu registo, hoje e no futuro outros são e outros serão. Felizmente que o protagonismo das tragédias mais dolorosas já faz parte da história. Mas que sirva o Chiquinho como bandeira de um triunfo que há-de conseguir-se em definitivo, já não com a simples força de uma resignação escatológica, mas doravante com um alento e uma força de querer que têm de ser continuamente reinventados.
Se venho tardiamente de visita a este post é porque razões de força maior não me permitiram aparecer mais cedo.
Bem-haja, Dajck!
[3316] Então, como é? Ainda estamos na pré-história da navegação aérea?
O assunto já foi debatido, ventilado, abordado, discutido e etc. há tanto tempo que o Pd'B pensava que já estava tudo resolvido. Afinal, ainda se navega para São Vicente de avião... através da orientação "pelas estrelas" (ou quase)... Nada mudou desde o Gago Coutinho?
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[3313] Cabo Verde segundo destino mais procurado do Reino Unido
Agora imaginem que em São Vicente não tinham assassinado o antigo Consulado Inglês; agora imaginem que em São Vicente ainda se jogava o cricket; agora imaginem que se divulgava junto da GB aquele aquele campo de golfe de São Vicente raríssimo que em vez de green é brown... Imaginem!... Imaginem!...
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
[3307] Rua da Praia de Bote, hoje no "Expresso das Ilhas", por Brito Semedo
E com alusão ao nosso manifesto (que o leitor encontrará no final do blogue):
Um braça d'ratchá osse para o Manuel Brito-Semedo, filho ilustre da nossa ilha - que não esquece e sobre a qual escreve repetidamente... e bem! Mais assim houvera e outro galo cantaria na baía...
[3306] Encerramento da Comemoração dos 70 Anos do lançamento do romance "Chiquinho", de Baltasar Lopes
Encerrou no passado sábado 16, a comemoração almadense dos 70 anos do lançamento do romance "Chiquinho", de Baltasar Lopes. Com organização dos portugueses Joaquim Saial, Fernando Fitas e Dina Dourado, o evento teve a colaboração da Câmara Municipal de Almada e da Embaixada de Cabo Verde. Constou de sessões de palestras, nos dias 2 e 16 de Dezembro e uma exposição de 40 livros "claridosos", pertencentes a um coleccionador particular. Todas estas actividades tiveram lugar na Sala Pablo Neruda do Fórum Municipal Romeu Correia e contaram na cerimónia de abertura com a presença da Sr.ª Presidente da Câmara Municipal de Almada e do Sr. Embaixador de Cabo Verde. Aos oradores, professores Alberto Carvalho (Baltasar Lopes), Glória de Brito (Teixeira de Sousa), João Lopes Filho (Jorge Barbosa) e Dina Dourado (Germano Almeida e o seu Sr. Napomuceno, em óbvio final não claridoso mas altamente humorístico e interessante), o Pd'B agradece, na voz do seu proprietário (que se encarregou de falar sobre capas de livros clássicos cabo-verdianos e sobre O Galo que Cantou na Baía, de Manuel Lopes), toda a disponibilidade e qualidade das intervenções feitas - que muito dignificaram a cultura cabo-verdiana e por extensão a lusíada e mais uma vez mostraram as não desmentidas boas relações (e ligações) entre os dois países e os seus intelectuais. Um abraço de agradecimento para todos.
Praia de Bote não tem conhecimento de outra iniciativa no género feita neste ano em Portugal. Mas "Chiquinho" e o seu pai mereceram-na, sem dúvida! Ficam duas imagens, de um dos expositores com 11 edições de "Chiquinho" e a intervenção de João Lopes Filho sobre o poeta Jorge Barbosa, este há três anos homenageado com placa onde faleceu na Cova da Piedade pela Câmara Municipal de Almada, com a colaboração da Associação Caboverdeana de Lisboa, Joaquim Saial e Fernando Fitas.
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