sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

[1329] Vistas aéreas de São Vicente (últimas fotos desta leva, do nosso amigo Nelson Fortes Lopes)

Clique nas fotos, para as poder ver melhor




[1328] A Escola Técnica do Mindelo

Eis a Escola Industrial e Comercial do Mindelo, de tão boas tradições como o Liceu Gil Eanes, ostentando agora o nome do patrono Guilherme Dias Chantre mas mantendo a antiga designação de "Escola Técnica" e o escudo das quinas

Foto Nelson Fortes Lima


[1327] Ainda a ajuda ao Fogo

A UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) solicita a divulgação do seguinte comunicado:

Apoio à população da Ilha do Fogo

A UCCLA - União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, a Embaixada da República de Cabo Verde e a Câmara Municipal de Lisboa, comunicam aos particulares, empresas e instituições que queiram, ainda, manifestar o seu apoio para com a população afetada pela erupção vulcânica na ilha do Fogo, em Cabo Verde, que poderão entregar os seus donativos em roupas, produtos alimentares não perecíveis, material escolar e outros até ao dia 15 de Fevereiro de 2015, na seguinte morada:

Regimento de Sapadores Bombeiros, Quartel de Marvila
Rua de Dr. Espírito Santo - Marvila
Responsável: Subchefe Principal António Sonim
Telemóvel: 916 418 678
E-mail: antonio.sonim@cm-lisboa.pt
Horário: das 9 às 17h 

Informam que a TACV - Cabo Verde Airlines, a Transinsular - Transportes Marítimos Insulares, SA e a Arnaud - Logis, SA irão apoiar no transporte aéreo e marítimo e na consolidação, em contentores, dos bens doados a serem enviados para Cabo Verde.

Recordam, ainda, que a entrega de donativos pecuniários poderá ser feita através da conta criada pela UCCLA no seguinte banco:
Banco Millenium BCP
Conta nº 45459173482
NIB 0033 0000 4545 9173 4820 5

Lisboa, 5 de Fevereiro de 2015

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

[1326] O Casino de Cabo Verde... do Senegal

Foi aqui que um certo encenador teatral nosso conhecido perdeu a gigantesca fortuna que adquiriu com as aclamadas peças cuja memória ainda hoje ressoa entre os dacarianos. Assim que a representação acabava, ele ia à bilheteira buscar a massa que logo a seguir era derretida no casino. Ele há cada um...


[1325] Et l'autre Cap Vert qui parle français... o que deu o nome ao nosso


[1324] Enfim, continuemos com mais dois Cabos Verdes: este que fala português e... (ver post seguinte)


[1323] Ou seja, há tantos cabos verdes que o melhor é pararmos por aqui!...


[1322] Eu diria mesmo que cabos verdes há imensos!...


[1321] Cabos verdes há MESMO muitos!...


[1320] Cabos verdes há muitos!...


[1319] Concurso: era uma das fotos do post 1291...

O concurso (informal) foi um fiasco total. Apenas um concorrente e mesmo esse nem perto andou, porque não foi ver as fotos recentes colocadas no Pd'B, como sugerimos. Aqui estão a foto e o pormenor (que pertence ao bote de fundo avermelhado) e agora cada um que pense o que quiser do pormenor - que era o que o Pd'B pedia.



[1318] Carnaval com divertimento e... com cuidado!

[1317] E ainda fotos de São Vicente (incluindo mais uma "deserta" da Lajinha) e do Djéu, de Nelson Fortes Lima






[1316] Notícias do Tarrafal de São Nicolau: José Freitas de Brito em audiências descentralizadas

O autarca volta a percorrer as diversas comunidades do interior, ouvindo as pessoas e associações locais visando encontrar respostas conjuntas para os desafios do Município. A abertura da Delegação Municipal de Praia Branca, na próxima segunda-feira, 9, marca o início deste novo périplo .

O presidente José Freitas de Brito retoma na próxima semana um novo ciclo de “presidência aberta” nas diversas comunidades do Município do Tarrafal. Desta feita, o autarca vai privilegiar audiências descentralizadas nas comunidades do interior.

Praia Branca será a primeira zona a ser contemplada com audiências descentralizadas no quadro da abertura da Delegação Municipal da zona, que abrange ainda as comunidades de Fragata e Ribeira Prata. “Vamos pôr a funcionar a nossa Delegação, e para marcar a abertura irei estar durante toda a manhã de segunda-feira, dia 9, em audiências nessa zona”, informa o presidente da câmara que garante continuar próximo das pessoas a ouvir os seus anseios e queixumes, para conjuntamente encontrar as melhores respostas.

José Freitas de Brito considera ser “necessário e importante” o aproximar da Administração local às comunidades, daí a aposta na Delegação Municipal de Praia Branca, uma garantia deixada na campanha eleitoral que o elegeu, em 2012, agora materializada. “Prometemos e cumprimos”, reiterou, asseverando que no caso de Praia Branca há outras apostas em curso, nomeadamente, a requalificação do Largo da Laja, previsto para o ano anterior mas que será uma realidade no decurso de 2015. “Temos presente este compromisso e vamos requalificar a Laja, de forma a dar dignidade a esse centro de Praia Branca. Por razões financeiras, não foi ainda possível avançar com esta obra”, informa o presidente que faz também saber que está em curso o projeto de reabilitação do Posto Sanitário de Praia Branca, outra prioridade, a ser articulado com o Ministério da Saúde e com um grupo de emigrantes dessa zona, em Holanda. “É fundamental haver parcerias para que possamos ter resultados palpáveis. Estamos a trabalhar com um grupo de emigrantes que está interessado em apoiar a Câmara na requalificação do Posto Sanitário dando o seu contributo enquanto filhos dessa aldeia mas também com o Ministério da Saúde a quem já entregamos o referido projeto”, aludiu o autarca.

A abertura da Delegação Municipal de Praia Branca acontece no dia 9, segunda-feira, pelas 8 horas, na presença do presidente da autarquia e marca o início deste novo ciclo de “presidência aberta”, que irá estender-se a todas as zonas do interior.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

[1315] Presidente da República: "Os níveis de insegurança estão para além do que é razoável e suportável"

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[1314] Post 150 deste ano de 2015, bem ancorado na marginal do Mindelo

Foto Nelson Fortes Lima

[1313] A fragata americana "Cumberland" esteve no PORT LA GRANDE, em 1858... diz o NYT

Ver AQUI, porque é que a "Cumberland" fez esta viagem

[1312] Concurso com MESMO muita subjectividade e sem qualquer prémio...

Que se passa nesta imagem, pormenor de outra mostrada recentemente? Mais uma vez dizemos (embora ninguém nos ligue) que é preciso ver TUDO, com olhos de VER. E como ninguém VIU na altura, voltamos agora à carga... só por gozo. Ca é gongom, ca é canilinha, ahahahaha


[1311] "Questo si chiama il monte della faccia"...

Já tínhamos visto o postal do pequeno "jogador de talvez cricket" e agora, do mesmo remetente, este que fala do "Monte della faccia" - e que o mostra, tal como o Pé de Verde. O anterior foi enviado para Margherita, este para Alberto Orsini, se bem percebemos, ambos filhos do enviador. E com a sua pena de tinta até assinala a faccia do monte. Repare-se que o postal ainda passou por Lisboa (onde levou cerca de nove dias a chegar), antes de seguir para Nápoles.



[1310] Uli Carnaval ta tchegá na Soncente

[1309] Dona de casa são-vicentina, 1909. Dois filhos, um canhote, marido talvez emigrado, uma barraca como habitação, a miséria de um tempo felizmente passado...


[1308] Mais fotografias de Nelson Fortes Lima. Continuamos na zona da Praia de Bote

Clique nas imagens, para as ver melhor








[1307] Cabo Verde e Moçambique reforçam relações

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[1306] Armada brasileira ajuda Fogo

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

[1305] Micá avança no campeonato de São Vicente

[1304] Mindelo, há duas semanas, coberto por sol e nuvens

Foto Filipe Conceição e Silva

[1303] Notícias da Cidade Velha... e de Lagos

A Presidente da Câmara Municipal de Lagos, Dr.ª Maria Joaquina Quintans de Matos, foi esta manhã nomeada “madrinha” da EBI (Escola Básica de Ensino) de Calabaceira de Cidade Velha. A autarca portuguesa, recentemente distinguida com o título de Cidadã Honorária de Cidade Velha, visitou hoje – acompanhada pelo Presidente da Câmara de Ribeira Grande de Santiago, Manuel Monteiro de Pina – a localidade de Calabaceira, onde distribuiu 48 “kits” escolares aos alunos daquele estabelecimento de ensino.

Recorde-se que as estreitas relações entre Lagos (Portugal) e Ribeira Grande de Santiago (Cidade Velha) duram já há uma dezena de anos, havendo entre ambas as cidades um acordo de geminação que muito honra o Berço da Nação cabo-verdiana.

Nas fotos, o presidente da Câmara Municipal de Ribeira Grande de Santiago e a presidente do Município de Lagos.






[1302] Cabo Verde quer levar centro de investigação do clima da CPLP a toda África

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

[1301] Da comemoração de oito séculos de língua portuguesa

Arsénio de Pina
Que se estude o nosso crioulo, ninguém pode nem deve estar contra. Sendo a sua matriz o português, o seu aperfeiçoamento com o estudo, a aquisição de vocábulos e o tempo, fá-lo-á aproximar-se cada vez mais do português, como todos os outros crioulos da respectiva matriz, confundindo-se com esta, o mesmo é dizer, a nossa navegação pelo mar do crioulo só poderá levar-nos, com o tempo, ao porto da Língua Portuguesa, à sua mátria, para utilizar um vocábulo do poeta e cantor Caetano Veloso. Eu próprio, que nem sou de Letras, apoio um amigo moçambicano que se apaixonou por Cabo Verde, dando o contributo possível ao estudo da origem do crioulo e da sua utilização em apoio das descobertas e colonização portuguesas. Afinal, nós, cabo-verdianos, fomos, involuntariamente, cúmplices de grande valia dos portugueses nas descobertas e colonização devido ao crioulo utilizado como veículo de comunicação entre os escravos, entre estes e os colonizadores portugueses e elo de ligação com os povos descobertos e subjugados, por termos sido a primeira colónia portuguesa, e onde houve uma miscigenação, mestiçagem, entre povos e raças em contacto nesse melting pot em Cabo Verde, de que nasceu o cabo-verdiano. Era em Cabo Verde que se fazia a substituição dos marinheiros falecidos por cabo-verdianos, dando-se preferência aos nossos por falarem crioulo e serem resultado de misturas com judeus portugueses que fugiram da Inquisição em Portugal e tinham uma cultura e conhecimentos invejáveis.

Luís de Camões
As caravelas e naus portuguesas passaram, por essas virtudes, a levar cabo-verdianos para as sete partidas do mundo devido ao trunfo da língua e de conhecimentos que lhes permitiam contactos mais rápidos e fáceis com os povos, e ainda o ensino de técnicas do cultivo da cana sacarina e do fabrico do açúcar e da aguardente nos engenhos da época que já dominavam. Alguns desses cabo-verdianos ficaram nessas sete partidas do mundo, até porque muitos já eram utilizados como soldados na defesa de fortalezas. Reza a história que a fortaleza de Diu foi defendida por portugueses e cabo-verdianos. Não admira, pois, que encontremos o nosso crioulo no Sri Lanka, Malaca, Diu, várias Ilhas do Pacífico e Antilhas.

O amigo moçambicano, que foi colega do meu irmão Viriato no liceu de Lourenço Marques, publicará, brevemente, o resultado das suas pesquisas que irão dar pano para muitas mangas, incluindo a desmistificação de algumas ideias feitas sobre a origem do nosso crioulo e pertença ao Sahel.

Estas linhas vêm a propósito da comemoração dos oito séculos da Língua Portuguesa e das posições dos Drs. Ondina Ferreira e Manuel Veiga, apresentadas por Gisela Coelho no jornal A Nação e de artigos de Sara Almeida e José Almada Dias. “Da minha língua vê-se o mar”, escreveu um dia Virgílio Ferreira, esse mar que a nós, cabo-verdianos, envolve mais do que aos portugueses. O idioma de Camões, do Padre António Vieira, de Fernando Pessoa, de Machado de Assis, José Craveirinha, Luandino Vieira, Baltasar Lopes da Silva, Aurélio Gonçalves, entre outros, foi a melhor herança que nos deixou Portugal, como bem disse Amílcar Cabral.

Baltasar Lopes
“Na era da globalização, falar português, uma das grandes línguas globais do planeta que partilha e põe em comum culturas da Europa, das Américas, da África e da Ásia e Oceânia com culturas de milhões de falantes em todos os continentes, é um imenso património e um veículo de união e progresso”, sustenta-se no manifesto subscrito por diferentes personalidades da cultura portuguesa. É a terceira língua europeia mais falada no mundo e o idioma mais usado no hemisfério sul. Subalternizar o português ao crioulo só por tentativa de parricídio fundamentalista, por a sua matriz ser o Português. Outrossim, a evolução do crioulo só poderá desembocar na sua aproximação do português, confundindo-se, por fim, com ele. Ensinar, simultaneamente, o português e o crioulo (qual variante?) também não me parece recomendável, porque todo o patrício, quando chega à escola, já domina o crioulo, e se se mete no Alupec para uma das variantes, nunca mais aprenderá a escrever o português em condições. Vem-me à memória a saída de uma mãe que foi protestar junto do Viriato, por lhe terem dito que se estava a ensinar crioulo ao filho: Criol el nascê prindid; m´pol na scola pal prendê purtuguês!

Como povo de emigração, manda o bom senso que se invista na Língua Portuguesa, e não no crioulo que de pouca valia poderá ter para o emigrante. Se se quiser adoptar outra língua de grande extensão, que seja o Inglês, sem abandonar, é bom de ver, o Crioulo, carinhosamente para uso caseiro.

Lisboa, Julho de 2014

Arsénio Fermino de Pina


[1300] Nancy Vieira, sempre bem-vinda ao Praia de Bote, aqui abrilhantando o post 1300 e a ultrapassagem da visualização 180.000

[1299] Ei-los de novo: Luis Morais and All Stars, a Musical Holiday Tribute (part 2 - ver post anterior)

[1298] Gente de luxo: Luis Morais Holiday Tribute featuring Manny Nova and Chico Serra (part 1)

[1297] Mindelense vence e isola-se na liderança Os golos de Tatá, Latche e Dukinha ditaram o triunfo sobre o Salamansa.

Ver AQUI