A pergunta persegue-nos há anos, sem resposta de sucesso. Virá o nome do sítio de bota ou de bote? Damos a cada passo com ambas as designações e aqui deixamos dois exemplos iguais e diferentes. Está aberta a dicussão entre os nossos visitantes, colaboradores e aderentes. Haverá estaleca para isso? Cremos que sim, pelo que ficamos à espera... Caso haja fumo branco, pediremos ao jovem tamborileiro em primeiro plano que faça rufar sê tamborzim.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
domingo, 17 de janeiro de 2016
[1813] Última hora: Embaixador de Portugal em Cabo Verde deixa lugar, tornando-se assessor diplomático do 1.º ministro português
Embaixada de Cabo Verde, Praia - Foto Joaquim Saial, 2002
[1812] Ainda neste domingo português chuvoso, um passeio até à zona da antiga Alfândega de São Vicente
Aí está, um bónus em dia de domingo chuvoso em Portugal, cujo caudal devia ser conduzido através de pipeline para o Midelo, uma ida à zona da Alfândega velha - que ninguém até hoje descobriu se é o princípio ou o fim da Praia de Bote... Foto dos inícios do século XX, pessoas como as que todos conhecemos e cujos descendentes antropo/sociológicos ainda por lá andam, uma nesga do edifício da Alfândega, um maior aspecto do prédio que hoje é Biblioteca Municipal, uma bandeira de consulado, afinal uma atmosfera familiar a todos nós que ainda conhecemos os tempos depois destes - que eram muito semelhantes a eles...
Mesma zona, primeira parte dos anos 60 do século XX
[1811] A passagem do "Plus Ultra" por Cabo Verde
Embora hoje seja domingo, há muito para fazer por aqui (fora do Pd'B), e portanto pouco tempo para o Pd'B. Ainda assim, deixamos aos visitantes memória de uma das grandes viagens aéreas pioneiras do século XX que tiveram Cabo Verde como escala: o voo do "Plus Ultra" que uniu a Espanha (Palos) a Buenos Aires em voo de 10.270km (ou 10.165, como se diz no verso do postal ilustrado), em 19 dias, comandado por Ramón Franco, irmão de Francisco Franco, futuro ditador de Espanha. Quem quiser aprofundar, tem imensas possibilidades na Internet, como por exemplo AQUI. Ficam então algumas imagens e textos, todos do mesmo jornal espanhol e da mesma página 1. Colocamos também uma notícia do regresso dos aviadores, desta feita, num navio da marinha de guerra argentina, na sua passagem por São Vicente. Abraço aos que aqui vêm, sobretudo àqueles que dialogam connosco, com votos de bom resto de fim-de-semana.
sábado, 16 de janeiro de 2016
[1810] Novo livro sobre Santo Antão, da autoria de Silvino de Oliveira Lima
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| O autor, em foto do jornal "A Semana" |
Enviados pelo nosso colaborador Adriano Miranda Lima, Praia de Bote publica o prefácio e os textos das badanas do novo livro de Silvino de Oliveira Lima, engenheiro e antigo ministro das Obras Públicas do primeiro governo da República de Cabo Verde. Silvino Lima, que nasceu em 1937 em Ribeira Grande de Santo Antão, é também autor de "Martinho de Lima Melo e Aniceta Gomes da Fonseca - Uma família antiga em sua teia genealógica". Os textos que ora reproduzimos, podem também ser lidos no blogue "Esquina do Tempo", AQUI
Prefácio de Adriano Miranda Lima
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| Adriano Miranda Lima |
Apesar de eu ser natural de São Vicente, ou talvez por isso mesmo, o autor desta notável publicação encarregou-me de escrever o seu prefácio, alegando que “o meu coração bate forte por Santo Antão”. De facto, o meu coração bate forte, fortíssimo, pela ilha onde nasceu o meu pai e dois dos meus avós, o paterno e a materna, mas seria injusto que o chamamento umbilical fosse a única razão do meu sentimento. É que Santo Antão seduz pelos seus próprios méritos, pelos seus encantos naturais, pela sua beleza imponente, a que ninguém fica indiferente, cabo-verdiano ou visitante estrangeiro. Dir-se-á que a ilha se formou num feliz acaso em que as entranhas da terra aplacaram a sua raiva ígnea para permitir que o caos e a paixão escrevessem, em amoroso dueto, um poema que enche os olhos e cativa a alma. E o poema cósmico é exactamente o cartão-de-visita da ilha, esculpido na pedra com linhas a um tempo duras e majestáticas, suaves e enigmáticas, amorosas e enleantes.
Os seres que povoaram a ilha não demoraram a entrar em sintonia com a natureza envolvente, a sentir o ímpeto da sua força telúrica e o sopro do seu mistério. De rija têmpera e coração generoso, o homem de Santo Antão é de uma singularidade única na terra cabo-verdiana, porventura o intérprete mais perfeito do sentimento que dá pelo nome de morabeza. Assim, a terra e as suas gentes são, pois, um compósito de virtudes integradas que tudo tem para que este torrão cabo-verdiano possa auspiciar um futuro mais próspero e à altura dos seus pergaminhos.
Este livro consiste num exaustivo, abrangente e bem organizado ensaio sobre o que Santo Antão representa, sobre o que no passado lhe frustrou a caminhada para o futuro, e sobre o que é possível empreender para vencer os escolhos da sua trajectória e lançar as linhas estruturantes de uma outra arquitectura do futuro. O autor utiliza na sua exposição uma linguagem de grande requinte literário, com pendor de poesia quando revisita a história da ilha e se enternece com a sua paisagem sublime. Mas a mesma linguagem de roupagem lírica logo se transmuda, sem contudo perder sua musicalidade, em verbo mais rectilíneo e incisivo de objectividade quando analisa a problemática da ilha e aponta um conjunto de soluções para que ela consiga atingir um patamar de desenvolvimento mais consentâneo com as suas potencialidades. Ele nada deixa ao acaso na sua abordagem, e não se coíbe de denunciar os atavismos e erros do passado que impediram Santo Antão de ser peça relevante no tabuleiro em que se jogou o futuro colectivo, quer enquanto colónia quer já no regime soberano. É com esta resolução que alerta para a necessidade de um arrepiar de caminho e convoca todas as pulsões anímicas para o trabalho de mudar a fisionomia da ilha.
Conforme o que é delineado nestas páginas, elevar Santo Antão ao estatuto que merece é tarefa meritória e justa, mas de manifesta exigência e complexidade, porque implica uma autêntica reconfiguração do espaço geográfico, com projecção e diversificação territorial da sua economia a uma escala sem precedentes, acarretando em simultâneo uma importante alteração do dispositivo autárquico. Se tudo isto representa em linhas gerais o eixo da concepção, a roda da respectiva engrenagem, condição imprescindível para que tudo se mova, só poderá configurar-se nas populações a transferir internamente ou a regressar à sua ilha de nascimento mediante o incentivo de novos desafios. Ou seja, o querer das gentes da terra será tão determinante como a própria alavanca financeira.
Ciente de que foram os desequilíbrios estruturais e demográficos que acentuaram o empobrecimento da ilha, o autor entende que, “lançadas as bases para a arquitectura de uma nova e efectiva economia, Santo Antão deixará então de ser um grande problema e passará a constituir, efectivamente, um dos pilares mais consistentes e promissores da economia nacional”. É um facto. Sem dúvida que estamos perante um desafio que ao mesmo tempo estimula e enobrece quem nele se engaje. De resto, é impossível ficar indiferente a esta pérola do pensamento intelectual que o ilustre santantonense nos oferece.
Poderá haver quem considere uma utopia o que aqui se preconiza, dada a grandeza da obra e os custos financeiros que envolve, além do efeito pernicioso de uma inércia que se instalou nos espíritos nas últimas décadas, corroendo o ânimo e gerando o conformismo. Mas o autor confia em que o efeito conjugado das novas tecnologias, a maior qualificação das actuais gerações e os impulsos da modernidade, possa ditar a diferença entre o sonho realizável e a mera utopia. Bom filho da terra, entendeu dever contribuir com este precioso legado de ideias para o futuro da sua ilha, nem que se tenha de procurar “o financiamento à luz do facho”. Sem dúvida que o conceito e a metodologia aqui expressos são por si só um poderoso aliciante para mobilizar as vontades e atrair o investimento.
Cá por mim, o meu estimado primo mete numa garrafa o mapa de um tesouro e lança-a ao mar do tempo, na esperança de que alguém a recolha e lhe dê o devido uso. Comungo inteiramente da sua fé porque acredito que a geografia e o homem podem, em sintonia, conjugar bem a palavra do futuro para tornar grande a felicidade dos cabo-verdianos.
Textos para as badanas do livro
Decorridas as quatro primeiras décadas de história de país soberano, o percurso feito já dá para perceber quanto foi compensadora a mudança de regime tendo em conta os enormes progressos alcançados nos vários campos de actividade, desde o económico ao social. Todas as ilhas com as suas diferenças, mas todas revelando progresso, comparando a situação inicial com o quadro oferecido pela situação actual. Podia-se ter ido mais além? Certamente que podia. Mas exigir mais poderia incorrer na injustiça de ignorar a forte inércia que foi necessário vencer para que se começasse a experimentar as vantagens trazidas pelo novo regime que, progressivamente, foram crescendo à medida da experiência administrativa que foi sendo adquirida e a socialização do conhecimento que, ano a ano, foi aumentando de forma espectacular.
Contudo, agora que a mesma inércia já pouco conta e é exponencial o capital de experiência e conhecimentos adquiridos, da mesma forma como, orgulhosamente, se sente os progressos já alcançados, também, humildemente, se deve colocar esta questão: estará sendo feito tudo ao alcance para levar mais alto o nível das realizações, ou está-se a atropelar o progresso com erros que podem ser evitados? Questão legítima, porque agora a inércia a vencer é outra surgindo num quadro social que evolui rapidamente levantando problemas sérios de gestão para compatibilizá-lo com as necessidades casuísticas do desenvolvimento. E neste caso, como estará cada ilha se comportando para dar resposta aos desafios colocados nesse novo quadro?
Aqui o foco vai estar inteiramente centrado na ilha de Santo Antão que, não obstante a condição de segunda em extensão territorial e terceira em população, está colada à cauda do crescimento por capita com o pior rácio do contexto nacional, quando isso sequer é uma surpresa. E explica-se por várias situações delicadas, como o processo de desenvolvimento baseado na exclusiva exploração dos aquíferos naturais que põe numa relação inversa os avanços na melhoria das condições de vida das comunidades com a degradação das áreas de regadio, denunciando um desenvolvimento insustentável que pode perigar de rotura o estado do meio ambiente. Também, entre muitas outras situações, pode-se ainda relevar a questão da segurança, já que a maior concentração de actividades se encontra numa região muito vulnerável a eventos naturais violentos. O maior desse tipo ocorreu há 65 anos, muito tempo para induzir nas pessoas que aí é irrelevante essa questão, o que complica, sobretudo para gerir a contenção de iniciativas ousadas no domínio da utilização de solos para fins residenciais. Um grande problema? Obviamente que é, porque as ameaças globais que derivam das alterações climáticas tornam imprevisível o pico a alcançar no próximo evento.
Recomenda-se então leitura atenta sobre a visão aqui desenvolvida para melhor responder à construção do futuro em Santo Antão.
[1809] Mais um afundamento nas águas de Cabo Verde, durante a II Guerra Mundial
Ocorrência 12 - O "Tapanoeli"
(ver onze anteriores ocorrências, em posts já lançados do Praia de Bote; clique na etiqueta Ocorrência, mesmo no final deste post)
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| Luís Filipe Morazzo |
A principal diferença, é que na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) a marinha alemã tinha uma esquadra naval de superfície muito mais poderosa, constituída por (couraçados, destroieres, cruzadores) do que ocorreu na Segunda Guerra Mundial, onde os U-boats tiveram de arcar com a luta praticamente sozinhos, sendo o maior trunfo do país na luta em alto-mar.
Para dar uma ideia da radical mudança de estratégia alemã nos dois conflitos, apenas 375 U-boats foram utilizados na primeira guerra, contra 1153 utilizados na segunda. Assim, é na segunda guerra que a ação dos submarinos alemães alcançarão um destaque enorme e por muito pouco, quase que conseguiam alterar o curso da guerra, caso não fosse o peso da máquina militar dos americanos, em particular, a partir de 1943, ter começado a ajudar a inverter os pratos da balança, despejando nos principais teatros da guerra, todo o tipo de armamento, juntamente com milhares de navios, aviões e homens, o desfecho final teria sido seguramente outro.
Não foi em vão que o famoso primeiro ministro inglês Winston Churchill no final da guerra, nas suas memórias, descreveu os "U-Boats", como a maior de todas as ameaças à vitória final dos aliados, sobre o nazismo. Os relatórios mensais falavam por si, as médias dos afundamentos de navios mercantes até ao início de 43, rondava o incrível número das 50 unidades. Se quisermos comparar o incomparável, a marinha mercante portuguesa, em setembro de 1939, início da segunda guerra mundial, era composta por 61 navios de longo curso (navios com tonelagem bruta superior a 500 ton.)
A Inglaterra foi salva in extremis da tentativa de bloqueio naval pela Alemanha, mas não sem pagar um preço elevadíssimo: além do afundamento de 2426 navios mercantes e da perda de mais de 13,5 milhões de toneladas de carga, 55% de toda a sua marinha mercante existente no início da guerra, foi dizimada pelos submarinos do eixo (Alemanha, Itália e Japão) e cerca de 40.000 dos seus mais capazes marinheiros morreram enquanto serviam a pátria.
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| O "Tapanoeli" |
Como vimos na descrição do ataque ao mercante inglês Andalusian, efetuado entre as 21h07 e 21h10, do dia 17 de março de 1941, Jurgen Oesten, comandante do U-106, disparou quatro torpedos individuais em direção aos navios do comboio SL-68, que navegava a cerca de 110 milhas a leste das ilhas de Cabo Verde, depois de ter ouvido quatro detonações, reivindicou três navios com 21.000 toneladas de arqueação bruta afundados e outro com 7000 toneladas de arqueação bruta danificado, embora apenas dois sucessos tivessem sido observados naquela noite muito escura.
Na verdade, foram apenas dois, os navios atingidos pelo U-106: o inglês Andalusian, que já vimos na última ocorrência e o holandês Tapanoeli, um grande cargueiro, propriedade do armador Rotterdamsche Lloyd NV (W. Ruys & Zonen), Rotterdam, com um deslocamento bruto da ordem das 7034 toneladas. Levava nos seus porões um carregamento completo de farinha de tapioca, chá, sementes e carga geral, estava armado com um canhão de 4.7 polegadas e uma metralhadora e foi atingido em cheio a estibordo no porão n.º 1.
A explosão destruiu o castelo de proa, arrancou as tampas das escotilhas e várias peças da carga foram espalhadas em todo o navio. Toda a tripulação composta por 65 homens abandonou o cargueiro em dois botes salva-vidas, depois de ter parado os motores e ter enviado um sinal de socorro no preciso momento em que o navio começou a afundar rapidamente pela proa, acabando por desaparecer por completo nas profundezas do oceano, cerca de 20 minutos depois de ter sido abandonado.
Devido a um mal-entendido entre o imediato e o comandante, os documentos confidenciais foram deixados para trás na cabine do último. As duas baleeiras do Tapanoeli acabaram por fazer rumo à ilha da Boavista. Durante a derrota em direção a esta ilha, encontraram uma das baleeiras do Andalusian, com a qual navegaram em conserva, até arribarem à ilha, a 20 de março de 41.
Após uma estadia de três dias, durante os quais foram muito bem recebidos e acarinhados por todos os nativos da Boavista, conseguiram embarcar no navio português 28 de Maio, que os transportou até à cidade do Mindelo na ilha de S. Vicente, onde desembarcaram todos sãos e salvos, juntamente com 19 outros náufragos do Andalusian, a 23 de março de 41. Todos foram mais tarde repatriados a bordo de um mercante inglês de passagem pelo Mindelo.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
[1808] Nova revista de arte nasce hoje, dia 15 de Janeiro, em Lisboa
O primeiro número de Convocarte - Revista de Ciência da Arte, nova revista da Faculdade de Belas Artes de Lisboa, será apresentado hoje, pelas 18h00, na Sala do Conselho Científico. Lá estaremos, em texto e em pessoa.
[1807] Blogue Arrozcatum a caminho do hospital
Com o Arrozactum doente, a nossa micro-blogosfera não tem tanta graça. Por isso, esperamos que a operação aos bites e aos chips corra bem e que o Arrozcatum recupere o mais depressa possível.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
[1806] Na periferia dos livros (2)
No seguimento do recente concurso, apresentamos mais um "Na periferia dos livros", com a piada do Sapo malandro que tal como outros usou uma foto nossa sem licença, sem pedido e sem indicação de autoria. As patifarias do costume e então se mete sapos, nem se fala...
Teixeira de Sousa
Teixeira de Sousa
Ilhéu de Contenda
Livros de Bolso Europa-América, Lisboa, 1985
[1805] Fotos de Zeca Soares de um dos mais belos locais do mundo
O Zeca enviou-nos estas duas fotos feitas ontem, 12 de Janeiro, à hora em que Sol ta cambá na mar, mais ou menos pelas 18h45. Abram a boca, digam ahhhhhhhhhh ou ohhhhhhhhhhhh e interiorizem. Ubrigadim, Zeca.
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
[1803] E o meio-vencedor é...
Adrianoooooooooooooooooooo Limaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!
Conseguiu chegar ao nome do livro. Infelizmente, não atinou com a questão das cabeças leoninas. Pudera, é benfiquista!!!...
Duas folhas de acácia, como prometido, pelo que fica com a bonita soma de 25 ramos de acácia... e meio.
Entretanto, o Zito eclipsou-se, desapareceu do mapa, nunca mais ninguém o viu.
[1802] As cabeças de leão...
Demos dois bónus, eliminando as cabeças de leão 1 e 2. Aritmética feita, restavam quatro (e uma não era, tal como a 1 e 2)... Os nossos concorrentes fixaram-se apenas numa imagem possível, quando na pergunta tudo apontava para mais que uma. Praia de Bote não gosta muito de rasteiras (Pd'B gosta que os concorrentes ganhem) e se falava em plurais, era certo e sabido que pelo menos mais que uma haveria. De facto, havia no post não uma, não duas, mas três cabeças de leão, símbolos da saudosa (e honrosa) Casa do mesmo nome do Mindelo. Ei-las:, a 3, a 4 e a 6 (toda passadas para preto e branco, claro...). Atenção que ainda houve pelo menos mais uma que era colocada nos discos editados pela Casa do Leão que já vimos no post 1524 mas que não reproduzi aqui, para não gerar mais confusão.
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| Num envelope de correio aéreo |
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| Em anúncio de programa do Eden Parlk |
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| Em horário escolar de um remoto ano de há meio século... de quem será? Um dia falaremos dele... |
[1801] O livro...
Tratava-se com efeito do romance Ilhéu de Contenda, do nosso estimado (e malogrado) Dr. Henrique Teixeira de Sousa. Houve alguns palpites nossos, sem efeito, mas o último parece que deu resultado, embora para leitora/visitante que não podia concorrer, por não cumprir as normas do concurso (soubemos depois que era o Adriano, pelo que conta, pois avisou-nos com antecedência). Funeral é a 14.ª palavra do texto, situada, como dissemos, na segunda linha.
Já agora, falando de Leão para Leão... Era o Leão da Casa do Leão e o Leão Lopes, realizador do filme "Ilhéu de Contenda"
Outro bónus: "a cadela é dela", "arroz doce leva canela", "cá ele, lá ela", "ai nha mãe", "com ela ou sem ela"... Lançava-se um conjunto de sons próximos de Nha Caela (inclusive o "nha"...), a senhora cujo funeral se faz logo no início do romance
MAIS UM BÓNUS: Na mar d'Cabverd tem uns czinha picnim q'na terra d'Cabverd também tem... Pois é verdade, são os ilhéus que tanto há no mar... como em terra, caso deste "Ilhéu de Contenda" que afinal é nome de propriedade.
O livro não o podemos aqui reproduzir mas deixamos o link para o belo filme de Leão Lopes. A fita tem música de Manuel Paulo (que tocou com Rui Veloso e Jorge Palma, colaborou nos projectos "Rio Grande" e "Cabeças no Ar" e "Ala dos Namorados", que prossegue, para além de ter tido outros projectos individuais como o que o juntou a Nancy Vieira em "Pássaro Cego" que um nosso colaborador/comentador veio ver a Almada na nossa companhia, em noite memorável).
Poderá ver o filme AQUI.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
[1800] Concurso n.º 39 do Pd'B, comemorativo do post 1800
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| A pensar nas respostas... será o Zito? Será o Adriano? |
Posto isto, vamos ao concurso comemorativo do post 1800, este mesmo, que dará ao vencedor cinco ramos de acácia. NOTA: duas respostas certas, cinco ramos de acácia; uma resposta certa, dois ramos. Poderá haver ex aequos. Não conta quem responde primeiro - conta quem responde bem, dentro do prazo.
Como se espera de uma situação destas, há algum grau de dificuldade, mas nada do outro mundo. Assim, há que responder às duas questões, para obter a madeira mais as folhinhas de acácia.
Respostas até amanhã, 12, pelas 22h00. Como é costume nos nossos concursos, vale tudo: internet, enciclopédias, perguntar à bisavó, inquirir o Monte Cara, questionar a vizinha, seja o que for. Tudo vale, desde que a resposta esteja certa.
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| E este? Qual deles será? |
1 - Qual/quais desta/s cabeça/s de leão foi/foram símbolo/s da Casa do Leão, do Mindelo?
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| 1 BÓNUS - ESTA CABEÇA NÃO CONTA |
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| 2 BÓNUS - ESTA CABEÇA TAMBÉM NÃO CONTA |
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| 3 |
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| 4 |
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| 5 |
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2 - Qual o livro de autor cabo-verdiano que logo na segunda linha fala de um funeral?
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