segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

[1800] Concurso n.º 39 do Pd'B, comemorativo do post 1800

A pensar nas respostas... será o Zito? Será o Adriano?
Como se disse em aviso que aqui ficou cerca de 24 horas, só os visitantes com comentários nos últimos cinco posts teriam direito a participar neste concurso. E neste caso só estão o Zito e o Adriano (ao Adriano, falta-lhe comentar o post do "Café Margoso", mas dado o seu historial e para o Zito não ficar sozinho, aceitamos a falha). Eles merecem, visto que são dos raros que quase sempre colocam comentários nos nossos posts. Temos pena que outros em situação idêntica não possam participar, mas normas são normas e portanto nada a fazer. 

Posto isto, vamos ao concurso comemorativo do post 1800, este mesmo, que dará ao vencedor cinco ramos de acácia. NOTA: duas respostas certas, cinco ramos de acácia; uma resposta certa, dois ramos. Poderá haver ex aequos. Não conta quem responde primeiro - conta quem responde bem, dentro do prazo.

Como se espera de uma situação destas, há algum grau de dificuldade, mas nada do outro mundo. Assim, há que responder às duas questões, para obter a madeira mais as folhinhas de acácia.

E este? Qual deles será?
Respostas até amanhã, 12, pelas 22h00. Como é costume nos nossos concursos, vale tudo: internet, enciclopédias, perguntar à bisavó, inquirir o Monte Cara, questionar a vizinha, seja o que for. Tudo vale, desde que a resposta esteja certa.

1 - Qual/quais desta/s cabeça/s de leão foi/foram símbolo/s da Casa do Leão, do Mindelo?

BÓNUS - ESTA CABEÇA NÃO CONTA
2 BÓNUS - ESTA CABEÇA TAMBÉM NÃO CONTA
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2 - Qual o livro de autor cabo-verdiano que logo na segunda linha fala de um funeral?

domingo, 10 de janeiro de 2016

[1799] Quer uma casa ou um barco feito de boa madeira cabo-verdiana?

Gilica
Para o efeito pode utilizar a madeira de coqueiro (para traves), a da figueira brava (para embarcações de médio porte) ou a do zimbro (para embarcações pequenas). É o que aconselha a Revista Popular, de Lisboa, editada pela Imprensa Nacional em 1849. Ficamos portanto à espera e quando tiver a casa ou o barquinho pronto convide-nos para a estreia do novo palácio ou para a viagem inaugural. Neste caso, levaremos a respectiva garrafa de Möet & Chandon, para rebentar na proa, como sinal de bom augúrio.


[1798] Na periferia dos livros (1)

"Na periferia dos livros" é uma nova rubrica do Praia de Bote. Não trata de literatura em si mas sim das suas periferias: capas, autógrafos, dedicatórias, preços, leilões, ilustração, excertos, curiosidades, biografias de autores, etc., etc., sempre de modo e directo e curto, como se impõe num blogue. Sem data certa de aparecimento, surge quando surge, tal como no caso dos concursos do Pd'B. E tem etiqueta, para ser mais fácil ao leitor procurar este novo espaço, quando o pretender rever.

Carlos Araújo 
Vendaval
Edições Calabedotche, Mindelo, 2000 (neste mesmo ano, Carlos Araújo já editara o romance Na Corda Bamba, Grande Prémio Sonangol de 1999)

O livro é um mimo, em tamanho, qualidade gráfica e na bela história passada em São Vicente com cavalos de corrida, sobretudo esse "Vendaval" ganhador das pistas do Fogo, Paul, Porto Novo e Baía das Gatas. Comprei-o na Praia mas é todo ele da nossa ilha. Até a placa que depois de morto foi colocada no Clube Hípico do Mindelo e que fala de "um campeão lendário (...) mais suave que a brisa mais leve"...





[1797] Ainda na linha dos posts 1793 e 1794, uma foto de 1999, feita no alto de Santo António (ou suas imediações)

sábado, 9 de janeiro de 2016

[1796] O fim do "Andalusian" nas águas de Cabo Verde

Ocorrência 11 - O "Andalusian"

(ver dez anteriores ocorrências, em posts já lançados do Praia de Bote; clique na etiqueta Ocorrência, mesmo no final deste post)

Luís Filipe Morazzo
Continuando na esteira dos navios que tragicamente durante o percurso da segunda guerra mundial, acabaram os seus dias em águas cabo-verdianas, vítimas na sua maioria de ataques desferidos por submarinos, vamos tentar perceber o que aconteceu a um outro comboio, o SL-68, que entre os dias 17 e 21 de Março de 1941, ao navegar nas mesmas águas do SL-67, a cerca de 110 milhas a N das ilhas de Cabo Verde, foi selecionado como mais um dos alvos destes temíveis predadores de navios.

Este comboio, que tinha zarpado de Freetown, Africa do Sul, a 13 de Março de 1941, com destino a Londres, era composto por 58 navios de várias nacionalidades (gregos, ingleses, franceses, holandeses, noruegueses, suecos, romenos). Quase todos os aliados estavam aqui representados e devido aos fortes ataques a que foi sujeito durante o percurso, foi obrigado a dispersar os seus navios, após ter perdido oito dos seus componentes, vítimas de ataques sucessivos executados pelos submarinos U-105 e U-106.

O Andalusian
A primeira vítima tratou-se do cargueiro inglês Andalusian, com um deslocamento bruto da ordem das 3636 toneladas, construído em 1918, propriedade de um dos mais famosos armadores ingleses, a Ellerman Lyne de Liverpool.

O submarino U-106 logo que avistou o comboio SL-68 lançou na direção dos seus navios quatro torpedos. Somente dois tiveram sucesso, após atingirem os cargueiros inglês Andalusian e o holandês Tapanoeli que de imediato começaram a adernar fortemente a bombordo e afundar lentamente.

O Andalusian foi atingido entre os porões 1 e 2, às 21h07, do dia 17 de Março de 1941. Trazia um carregamento completo de cerca de 4000 toneladas de cacau em grão nos seus porões. A sua tripulação era composta por 42 homens. Todos eles conseguiram abandonar o navio em segurança em duas baleeiras, tendo uma delas, ao fim de 21 horas de navegação à vela, com 23 dos náufragos a bordo, sido resgatada pelo paquete português Niassa, que os transportou de seguida até ao Funchal. A outra baleeira com os restantes 19 sobreviventes, ao navegar na direção oposta da primeira, veio a encontrar circunstancialmente as duas baleeiras do Tapanoeli, com as quais acabaram por fazer rumo à ilha da Boavista, onde arribaram a 20 de Março de 41. Após uma estadia de três dias, durante os quais foram muito bem recebidos e acarinhados por todos os nativos da ilha, conseguiram embarcar no navio português 28 de Maio que os transportou até ao Mindelo na ilha de S. Vicente, onde desembarcaram todos sãos e salvos a 23 de Março de 1941.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

[1795] Ele aí está de novo, o Café Margoso do João Branco. Saudações, saudações e mais saudações!!!

Ver AQUI

[1794] Na inice d'ano nobo, ca tem medjor cosa q'um pirracinha na concurse d'Pd'B

Ao contrário do que aconteceu no passado, São Vicente agora tem pouca ou nenhuma água natural. Ali, vive-se sobretudo de água engarrafada e de água dessalinizada. Mas mesmo assim há fontes que a qualquer momento e nos sítios mais inusitados despejam algo que em parte substancial tem de facto água. São as chamadas "fontes ambulantes" que largam o líquido onde calha. Esta, da qual aqui vemos o jacto, estava em uso em Setembro de 2013, quando o meu amigo José Carlos Marques a fotografou em pleno verter. Repare-se nesta "beleza" de paisagem (esgoto reforçado pela "fonte ambulante"), junto a um dos mais emblemáticos monumentos da cidade, agora museu... Imaginem o que um turista civilizado pensa de tal obra...

Um braça para os amigos que participaram no falso concurso e portanto na pirraça. Amanhã, voltaremos aos barcos morazzianos.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

[1793] Concurso n.º 38 do Pd'B

Ao contrário do que se pensa, a ilha de São Vicente tem não só bastante precioso líquido como fontes ou bocas de água que brotam aqui e ali, em praças, jardins e outros locais, nomeadamente após a época de azágua - lembremos, a propósito, a memória das Águas de Madeiral, com escultura elucidativa. Pergunta de hoje: em que local da cidade do Mindelo se situa esta fonte de que aqui vemos um jacto inutilmente perdido (à direita) e de onde vem ele? Repare-se particularmente na arca de água, cheia de lamas, sem limpeza conhecida há anos...


[1792] Amanhã, em Assomada, Santiago


[1791] 1995: três figuras no Bataclan, Paris

15 de Abril de 1995. Por ocasião do espectáculo de Cesária Évora no Bataclan, três personagens reunem-se para uma foto de luxo: Valdemar Pereira (nosso vice-cônsul de estimação), seu amigo e cumpanher d'escola o trompetista, compositor e cantor Morgadim (ou nha nome, por também ser Joaquim) e a cantora Mariana Ramos, filha de Tói de Bibia, homem da primeira formação do conjunto Voz de Cabo Verde, tal como Morgadim. Para ver e comentar, sobretudo o elegantíssimo sport de gravata... Veja e oiça AQUI o espectáculo que eles viram.



quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

[1790] Ver post 1787 (o do último concurso do Pd'B)


Eis o lado do corredor que dá para o pátio interior do antigo Gil Eanes. Por acaso, o fotógrafo apanhou uma aluna, mnininha vestida de branco (final de 2014) mas já é roupa usual e não a célebre bata obrigatória. Na foto do concurso, ver uma nesga da escada que dá para o primeiro andar (que era utilizada pelos professores para se dirigirem à sua sala). Do outro lado do pátio há a outra, mais larga (antes do outro pátio que dá para o portão de ferro e casas de banho), de uso de todos os alunos. Do primeiro andar para o sótão parte ainda outra da qual nem é bom falar... Buhhhhhhhhhhhhhh!!!, só gongons e canilinha, ahahaha

[1789] Mais Mariana Ramos

[1788] Uma voz renovada, uma bela voz: Mariana Ramos - "Nada é Perfeito" [vídeo oficial], do disco "Quinta"

[1787] Concurso n.º 37 do Pd'B - Quem qu'ta dzême que tchom é ess li? (Mais um, ganho por Adriano Lima)



[1786] Januário Correia (Corrêa) de Almeida tinha rosto

E ele aqui fica, em imagem e num excerto da sua biografia da Wikipédia, para que quem passe junto à antiga Alfândega de São Vicente (hoje Centro Cultural do Mindelo) se recorde dele pela cara e não apenas pelo nome...

Governador de Cabo Verde

(...) Mas a sua carreira civil foi muito mais importante, desde que em 1857 foi nomeado Director de Obras Públicas do Distrito de Cabo Verde, e, como tal, percorreu todas as ilhas do arquipélago, e a costa da Guiné, ao tempo governada por Honório Pereira Barreto, António Pereira Mouzinho de Albuquerque Cota Falcão, João José Corsino Peres e António Cândido Zagalo. A Fortaleza de São José da Amura sofreu reparos de 1858 a 1860, por si dirigidos, já no posto de Capitão. Escreveu a respeito dessa possessão um livro, a que pôs o título Um Mez Guiné, que se publicou em Lisboa em 1859. Em 1860 foi nomeado 82.º Governador-geral Interino da mesma província (de Cabo Verde), sucedendo a Sebastião Lopes de Calheiros e Meneses, donde se retirou em 1861 por ter terminado a sua comissão, oferecendo-lhe os cabo-verdianos uma Espada de Honra e uma Medalha de Ouro, em reconhecimento pelos muitos benefícios que lhe deviam. Como Director de Obras Públicas mandou construir o cais no Porto da Praia, a Câmara, quartéis e estradas na Ilha de Santiago, as alfândegas nas Ilhas de São Vicente e do Fogo e outras obras importantes; como Governador, instituiu o Liceu na capital da província, regularizou o serviço do correio e reformou muitos serviços.(...)




[1785] Para além do que os meus amigos viram (e bem), eu também vejo isto... (ver post anterior)

Grupo de turistas combinando um raid? O sujeito da mochila vermelha, com blusão cinzeto e calças pretas e de costas, parece-me familiar... Que acham?
Iluminações de Natal de 2014 (embora a foto seja de 19 de Janeiro de 2015)
Uma roulote de cervejola, nas imediações da Praça Nova. Manteve-se o Quiosque mas desmantelou-se o PicNic para ali serem construídas as maiores instalações sanitárias de toda a África e passou a haver uma roulote... 
O pátio do Eden Park, o cine-teatro da morte adiada...
Dois bancos, um de cada nação... Qual deles deverá ser intervencionado?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

[1782] Ainda o "alien" cabo-verdiano, cidadão indesejável... (ver post anterior)

Meus caros Zito, Djosa e Val, como mostraram interesse em saber o que tinha feito o Naise Barros para ter um tratamento daqueles, fui abanar o pó do arquivo mais uma vez. Contudo, a única coisa que encontrei dele para além da notícia do post anterior foi esta outra (uma semana posterior), agora do "Cambridge Chronicle", em que em termos mais reduzidos ficamos a saber o mesmo que já sabiamos. Enfim, se calhar nem fez patifarias nenhumas e apenas queria ficar nos States, apesar de eventualmente não ter documentação que o permitisse. Mas lá que é estranho o desgraçado do Benjamin Maricle fazer aquele percurso todo (três meses e cinco dias)  a companhar o Naise, lá isso é...



[1781] Um "alien" cabo-verdiano, em 1916...

A notícia é do "The Cambridge Tribune", Massachusetts, EUA, de 17 de Junho de 1916. "Alien" cabo-verdiano (Manuel Barrios-Barros) obriga funcionário norte-americano (Mr. Benjamin Maricle) a viagem de 12.000 milhas e ao governo dos States a gastar 1000 dólares (em 1916, um ctchada d'dnher) , ainda por cima com passagem por Lisboa. Caso para dizer à Asterix: "Il sont fous, ces americains"...



domingo, 3 de janeiro de 2016

[1780] Estreia da Orquestra de Câmara de Almada. A cidade está de parabéns

Hoje foi a estreia da Orquestra de Câmara de Almada com o Concerto de Ano Novo. O espectáculo teve lugar entre as 18 e as 20h00 na excepcional sala da Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense, vulgo "Academia". Programa e músicos (jovens na maioria, cerca de 60) de grande qualidade, casa cheia, com bilhetes ao popular preço de 10 euros. Resumindo, um fim de tarde de luxo, do qual aqui deixo o programa e as peças, embora tocadas por outras orquestras. Para ouvir, em delícia de pavilhões auriculares e cérebros... Não  diz o programa mas o encore foi de valsa de Strauss, com palmas de público e forte união deste com a nova orquestra à qual o Pd'B deseja as maiores felicidades e, sabe-se lá, uma ida (ou mais) ao Mindelo.





A primeira peça (aqui em filme) é a "Abertura Festiva" do Shostakovich. As restantes, por serem demasiado pesadas, só podem ser vistas/ouvidas assim (clicar nos algarismos 2, 3 e 4):

Quebra-nozes - 2
Danças sinfónicas de West Side Story - 3
Danzón n.º 2 - 4

[1779] Novo ano, novas atitudes...

Praia de Bote enceta novo tipo de relacionamento com os seus leitores/visitantes (de certo modo, como já vinha fazendo, mas agora com maior militância). A coisa é muito simples: há comentários, há novos posts; não há comentários, os posts abrandam. Por exemplo, hoje tínhamos várias notícias e outras possibilidades de posts com bastante interesse para divulgar mas decidimos deixá-las "repousar". Ou seja, como ontem, apesar das 381 visitas (no dia 1, 352) praticamente não houve comentários, hoje ficamos em pousio... Só por curiosidade, também ontem "vimos" 9 leitores de Cabo Verde ao mesmo tempo aqui ta spiá, calados... (os mecanismos do blogue permitem isso) Ora das duas, uma: ou são mudos, ou demasiado tímidos... mas sejam uma coisa ou outra, não contem hoje com mais petiscos... sem comentários (como sempre, honra seja feita a alguns efectivos...)


sábado, 2 de janeiro de 2016

[1778] Zinha Évora, a locutora principal da nova "Rádio Regional de São Vicente Arrozcatum"

Zinha de nhô Toi Évora - Foto de ontem
Dado que o blogue Arrozcatum se vai transformar muito em breve na Rádio Regional de São Vicente Arrozcatum, divulgamos aqui esta fotografia alusiva que o amigo e radialista Zito Azevedo, seu proprietário e mentor, nos enviou.

Trata-se de Zinha de nhô Tói Évora, pequena que trabalhava até agora como cabeleireira em Fonte Francês, aquela que será a locutora principal da nova estação. 

Percebe-se de facto o bom gosto do proprietário da nova radio broadcast de São Vicente mas parece-nos que as emissões serão interrompidas com frequência, não por falhas no equipamento electrónico mas por invasões sucessivas das instalações por sports da Rua de Lisboa que em vez de fcá ta pli squina tentarão a sua sorte com a Zinha. Veremos... 

Ver comentários colocados no Arrozcatum, AQUI


[1777] Igreja de Nossa Senhora da Luz (ver também post anterior)

A igreja de Nossa Senhora da Luz, do Mindelo, foi concluída no ano de 1862. Mas para que o templo se fizesse - como sempre -, foi necessário dinheiro, muito dinheiro. De onde veio, se não todo, pelo menos em parte?

Descobri-o hoje, por mero acaso, quando pesquisava sobre outro assunto cabo-verdiano: foram nada mais, nada menos que 6000 réis, em metal, doados por D. José Rodrigues de Cazaes (personagem que, por enquanto, ainda não consegui identificar cabalmente, embora já tenha algumas suspeitas). Aqui fica então o nome do doador, para que quem entre por aquele portal o recorde - o que já não é nada mau...

A aparente confusão "real" nas duas primeiras linhas tem a ver com D. Pedro V, mais ou menos ainda menor... mas por pouco. Assinava o documento de recepção das massarocas, em 1854 (oito anos antes da conclusão do templo), o Visconde de Atouguia, António Aloísio Jervis de Atouguia (1797-1861), ministro da Marinha e Ultramar. 

6000 pacotes, um ctchada d'dnher, podemos dizê-lo, para a igreja onde aqui o escriba e rato de biblioteca frequentou e onde ainda andou na catequese, leccionada por uma idosa e muito simpática irmã do Amor de Deus, cujo nome já se eclipsou da sua memória.


[1776] Diocese do Mindelo utiliza fotografia de Joaquim Saial de 1999

É sempre agradável ver uma foto nossa ser utilizada para os fins que merece. Hoje mesmo, enquanto procurava informações sobre a data de conclusão da igreja de Nossa Senhora da Luz (ver post que colocarei dentro em breve), dei com uma delas, de 1999, a ilustrar o site da Diocese do Mindelo. Pena que o autor do piedoso acto se tenha esquecido de indicar o nome do autor da imagem, já que ela não apareceu por obra do Divino Espírito Santo - está neste blogue, em http://mindelosempre.blogspot.pt/2015/01/1229-amanha-dia-de-sao-vicente_21.html . Mas, do mal o menos e o perdão está desde já concedido. Porém, está visto que temos de continuar a usar marcas de água, o que é mais que aborrecido...


Igreja de Nossa Senhora da Luz - Foto de Joaquim Saial (se copiar, indique nome do autor)

[1775] Concurso 36 do Pd'B - Vencido por Adriano Miranda Lima

Praia de Bote volta aos concursos. E regressa com uma porta que está bem visível no Mindelo e que dá acesso a algo que também pode acontecer na Praia de Bote, no cais acostável e noutros sítios mais ou menos discretos da cidade. Digamos que por perto há imensa comida e que quem entra aqui é como se estivesse na capital portuguesa. 

Uma folha de acácia para quem vencer, encerrando o concurso às 12h00 de amanhã - se, entretanto, não for encontrado vencedor. Mais não se diz e é escusado avançar com choros ou tentativas de suborno...


É verdade, é mesmo a porta das instalações sanitárias (vulgo "urinol") que se situa no canto direito da fachada do Mercado Municipal de São Vicente. A senhora que ali vai deve estar a acartar água nalgum recipiente que leva à cabeça, embora na altura em que a foto foi tirada já houvesse por ali água canalizada, julgo eu. Mais uma folha de acácia para o papa-concursos.

"e que dá acesso a algo que também pode acontecer na Praia de Bote, no cais acostável e noutros sítios mais ou menos discretos da cidade.", tinha a ver com o chichi e pupu que ainda se faz nos locais indicados (e não só...), em caso de grande aperto...

"Digamos que por perto há imensa comida e que quem entra aqui é como se estivesse na capital portuguesa.", tinha a ver com os géneros existentes no plurim d'virdura e, obviamente, com a Rua de Lisboa.

Braça para os três participantes e lamento o aumento de dores de cabeça para a esposa do Adriano que já tem 22 ramos de acácia e meio até na escada, a atravancar a passagem da vizinhança...

Foto Filipe Conceição e Silva (se copiar, indique nome do autor)